Brasil

Presidente quebra silêncio depois de dois dias das eleições

Redação DM

Publicado em 2 de novembro de 2022 às 19:22 | Atualizado há 4 anos

     Dois dias após as eleições que deu vitória ao candidato do PT, o presidente Jair Messias Bolsonaro, se pronunciou em coletiva da imprensa sem assumir a derrota em seu discurso relâmpago que durou cerca de 2 minutos. Ele agradeceu aos 58 milhões de votos que recebeu, e disse que os movimentos populares são frutos da indignação e sentimentos de injustiça de como se deu o processo eleitoral. Ele também condenou os bloqueios das estradas, mas não deixou de incentivar os apoiadores a fazer os manifestantes a fazerem protestos pacíficos. Criticou a esquerda ao falar que a oposição só sabe atrapalhar a população, fazer invasão de terras privadas, destruição do patrimônio público e cerceamento do direito de ir e vir. Disse que enquanto Presidente da República irá cumprir a constituição e que é honra ser líder de milhões de brasileiros que como ele defende a liberdade econômica, a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e as cores verde e amarela da nossa bandeira.

    Sem mencionar em seu pequeno discurso o candidato Luiz Inácio Lula da Silva e ganhador do pleito, o Presidente deixou o púlpito e saiu acompanhado de seguranças e parlamentares e não quis conversar com a imprensa, já que falou tanto em liberdade de expressão.

    Depois do pronunciamento o Presidente e o Ministro Paulo Guedes se encontrou com os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no gabinete da Ministra Rosa Weber, e o Ministro Edson Fachin disse que o Presidente da República falou o verbo acabar no passado “ele disse acabou, agora é olhar pra frente”.

    O filósofo Luiz Felipe Pondé- fala que “o Bolsonaro fez o discurso quase que obrigado senão estaria lá no seu silêncio, e também não falou que os manifestantes deveriam parar com os protestos e respeitarem os resultados das urnas. Ao invés disso disse para continuarem protestando de forma pacífica, e  contestou os resultados das eleições, deixando os apoiadores dele ainda mais com dúvidas, e ainda criticou a esquerda por fazerem protestos. Isso é apenas o Bolsonaro sendo ele mesmo”. Criticou o filósofo

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