Agricultura

As cotações confirmam: ocorreram poucas alterações no mercado físico da soja

A praça registou preços estáveis, com os negócios travados e com foco no clima

diario da manha

O mercado brasileiro de soja teve aumento de preços estáveis na última terça-feira. Apenas algumas praças registraram mudanças nos valores, e mesmo assim, pequenas de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) interrompeu uma sequência de dez sessões seguidas de ganhos na soja, mas fechou por causa da leve baixa. O dólar ainda não favoreceu, trazendo maior influência.

O ritmo de negócios foi travado, o foco está totalmente no clima, com o Sul enfrentando a falta de umidade e condições das lavouras.

Em outras regiões como em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos se manteve em média R$ 178. Na região gaúcha das Missões, a cotação permaneceu em R$ 176. No Porto de Rio Grande, o preço se manteve em R$ 184.

Em Cascavel (MT) registrou avanço de R$ 162 para R$ 164 na saca. Em Dourados (MS) , a cotação se manteve em R$ 164.

Soja em Chicago

As negociações de soja na Bolsa de Chicago fecharam a última terça com preços mais baixos dos grãos e óleos. Em sessão volátil, o mercado oscilou entre os territórios positivo e negativo.

Em alguns momentos, o clima quente e seco não foi favorável na América do Sul, e acabou provocando altas no final da sessão e os preços se consolidaram em queda, pressionando o movimento das realizações de lucros.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar por bushel ou 0,23%, a US$ 13,59 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 13,68 por bushel, com recuo de 3,50 centavos ou 0,25%.

Nos subprodutos, a posição março/22 do farelo fechou com alta de US$ 0,8 ou 0,19% a US$ 409,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 56,67 centavos de dólar, baixa de 0,18 centavo ou 0,31%.

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