Brasil

Tsunami da educação reúne diversos manifestantes pelo Brasil

Várias manifestações marcam esta terça-feira(13) em todo o paós. Atos contra o corte da verba da educação, contra a reforma da Previdência e causa índigena esperam reunir mais de um ilhão de pessoas

diario da manha

Desde a manhã desta terça-feira (13/8) estudantes e trabalhadores voltam a protestar contra os cortes na verba da educação em vários estados do país. Esta é a terceira mobilização nacional pela educação, desde que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou o corte na área.

Também nesta terça-feira, servidores públicos, trabalhadores da iniciativa privada se juntam as manifestações dos estudantes e prometem reunir um milhão de pessoas nas ruas do Brasil no Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma da Previdência.  Ainda hoje(13) e amanhã(14) ainda acontecem outros protestos como os atos do movimento indígena e de trabalhadoras rurais.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou a atuação da Força Nacional na Esplanada dos Ministérios para reforçar a segurança na Esplanada do Ministério. A portaria está publicada no Diário Oficial da União(DOU) desta terça-feira(13) atendendo a pedido do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República(GSI).

A manifestação contra os cortes na Educação chamada de Tsunami 13Agosto foram convocados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e Associação Nacional de Pós- graduandos(ANPG).

Segundo Iago Montalvão, as manifestações do “tsunami pela educação” devem ocorrer em pelos menos 80 municípios do país, incluindo capitais e grandes cidades. Na capital paulista, os estudantes se reúnem a partir das 15h, em frente ao Masp.

Em Goiânia(GO), alunos, professores e simpatizantes da causa, protestam a partir da tarde desta terça-feira(13). O ato tem início às 15 horas na Praça Universitária.

Em Brasília, o trânsito na região central parou na manhã desta terça-feira (13/8), por conta de duas manifestações: a marcha das mulheres indígenas e o protesto dos professores e estudantes contra os cortes na educação .O Eixo Monumental também está parado.

No Ceará, há protestos em Fortaleza: na cidade de Cascavel, na Região Metropolitana, além as cidades Sobral e Iguatu, no interior do estado. Além da Educação o ato também protestava contra a reforma da Previdência.

Em Caruaru no Agreste de Pernambuco, os manifestantes protestaram contra os cortes de verbas para a educação e a reforma da Previdência. o.

No Centro de Teresina, no Piaui, havia três manifestações  contra a proposta de reforma da previdência e contra os cortes do governo federal em áreas como saúde e educação.

*Com informações G1

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