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Suspeitos de aplicar “Golpe do motoboy” são presos

Segundo a polícia, os estelionatários se passavam por funcionários de instituições bancárias e informavam supostas fraudes nos cartões das vítimas. Em seguida, ofereciam um serviço de motoboy para buscar os cartões supostamente clonados

diario da manha

A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco/Decor) deflagrou, na quinta-feira, 02, a Operação Captis, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em estelionato e lavagem de dinheiro com o chamado “golpe do motoboy”.

Segundo a polícia, os estelionatários se passavam por funcionários de instituições bancárias e informavam supostas fraudes nos cartões das vítimas. Eles ofereciam um serviço de motoboy para buscar os cartões supostamente clonados nas residências.

Depois eles efetuam compras em grandes atacadistas, em especial de aparelhos eletrônicos, televisores e smartphones.

Com a deflagração da operação, foram sequestrados cerca de 80 veículos de luxo, de marcas como Porsche, Mercedes-Benz e BMW, e imóveis dos investigados. Também foram apreendidos R$ 580 mil em espécie, artigos de luxo e outros objetos destinados à prova das práticas criminosas, como cartões bancários e chips de aparelhos de telefonia móvel.

No total, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de Brasília, São Paulo, Guarujá e São Caetano, além da prisão em flagrante de um dos suspeitos pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.

A megaoperação contou com cerca de 130 policiais civis, e ocorreu simultaneamente no Distrito Federal e São Paulo.

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