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Após os deslizamentos de pedras em Capitólio o prefeito anuncia o fechamento do turismo aquático na cidade

Até que haja medidas de segurança e um técnico da Defesa Civil no local da tragédia, entradas de cânions e outros pontos aquáticos permanecerão interditadas

diario da manha

O prefeito de Capitólio (MG), Cristiano Geraldo da Silva (Progressista) anúncio neste domingo (9/1) encerramento do turismo aquático na cidade durante tempo indeterminado. Devido a tragédia ocorrida no sábado (8/1), que deixou 8 mortos e dezenas de feridos, entradas de cânions permanecerão interditadas até que haja um parecer técnico da Defesa Civil.

“Estão fechados os pontos aquáticos com paredões e pedras. No nosso caso, são cânions, as Cascatinhas e o Vale dos Tucanos”.

O prefeito acredita, que a tragédia não tenha sido resultado de irresponsabilidade humana.

“Nós temos dentro do município uma legislação que proíbe a ancoragem dentro do cânion e as pessoas nadarem lá. Então eles já têm essa noção, essa dimensão da tromba d’água e essa fatalidade que aconteceu, a gente acredita, e precisamos de parecer técnico, não tem relação com tromba d’água”, disse.

O político explica que aguarda análises de especialistas a respeito do que de fato ocorreu e até para indicar medidas. “Precisamos de um parecer técnico, de uma equipe técnica, para ter uma avaliação do local e a partir daí criarmos critérios de segurança já pensando em uma fatalidade como essa”, comentou.

Buscas

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Ferais retomou as buscas por desaparecidos em Capitólio às 5h da manhã desde domingo (9/1). Há, ao todo 50 pessoas envolvidas na operação, entre bombeiros e militares de Marinha do Brasil.

Entre eles, há 11 mergulhadores do CBMMG especialistas nesse tipo de operação, familiarizados com área de busca e que contam com equipamentos de mergulho e cilindros reserva.

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