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Alvo de bilhetes racistas em condomínio diz que ficou em estado de choque

O rapaz de 25 anos, que prefere não ser identificado contou que não sabe que escreveu as ofensas recebidas por ele

diario da manha

O homem que foi alvo de bilhetes racistas em um prédio na Região Norte de Belo Horizonte, disse que ficou em estado de choque ao ler as ofensas. O rapaz de 25 anos, que prefere não ser identificado contou que não sabe que escreveu as ofensas recebidas por ele.

Ele é funcionário de uma empresa que presta serviços no condomínio e trabalhava no prédio como auxiliar de serviços gerais havia cerca de dois meses. O funcionário registrou um boletim de ocorrência na última quarta-feira, 20, quando ele compareceu à base da Polícia Militar junto com o supervisor. Naquele dia, ele contou que, por volta das 8h20, encontrou no setor em que trabalha papéis com as ofensas.

Apesar de não conter nome nos papéis, o funcionário acredita ser ser direcionado a ele, uma vez que costumava trabalhar na limpeza do local. Os papéis foram encaminhados à administração do prédio, e, um outro registro policial foi feito pela síndica e pela diretora da empresa que presta serviços no local. O autor dos ataques ainda não foi identificado. Os fatos estão sendo investigados pela polícia civil.

Segundo informações do G1

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