Brasil

As belezas do planeta Saturno e seu anel azulado, segundo Maria João de Deus – parte I

Redação DM

Publicado em 23 de fevereiro de 2016 às 01:32 | Atualizado há 10 anos

Imaginando como seriam prodigiosos os fenômenos de luz, na superfície do planeta Saturno, em virtude do seu anel e numerosos satélites, e com seu imenso tamanho, pois ele é aproximadamente 95 vezes a massa da Terra.

Revelando essas preocupações ao espírito do seu protetor nestas paragens. Bastou que fixasse sua mente, com semelhante desejo, para que súbito já estivesse numa superfície diversificada, que parecia estar pisando em neve, sentindo envolvida numa temperatura amena e bem singular! E dada a porosidade do seu solo, notava-se que a atração do seu centro é bem menor do que a da Terra!

Ao longe, avistava uma tocha de luz, levemente azulada, que vinha do sol e espalhava por todas as coisas, mas seu calor era menor, dando a impressão de frescura e amenidade, no cenário cor de rosa pálido e azul claro.

Viu, depois, várias habitações de estilo gracioso, com grandes colunatas artisticamente decoradas, com substâncias desconhecidas, que mudavam de cor, com belíssimas nuances, aos reflexos da luz solar.

Possuía uma vegetação estranha, com suas folhagens e romarias azuladas, com flores de coloridos variados quando refletiam as luzes circundantes e extraordinárias, pela sua originalidade e perfumes, que transmitiam um êxtase às pessoas presentes.

Os dias se compõem de 10 horas e as estações duram os extraordinários 10 anos consecutivos, medidas de tempo da nossa Terra.

A situação climática é eminentemente benéfica, em razão do equilíbrio da obliquidade da eclíptica, proporcionando aos habitantes elementos de duradoura saúde.

O sol apresenta novos aspectos com sua luz em combinação com os elementos atmosféricos, e caracteriza-se por composições a nós desconhecidas, e essa claridade eterna e suave, que provoca admiração, é conservada em suas observações vibracionais, pelos numerosos satélites que refletem, multiplicando os raios luminosos e calóricos.

Contemplando o espaço, muito acima de nós, grandes massas multicores, que se imaginava serem variadas nuvens, mas ao mesmo tempo notava-se que eram estranhos seres, com movimentos gráceis e bizarros. Todos diferentes de qualquer comparação com os tipos da humanidade terrena.

Afigurando-se extraordinariamente feios, com sua organização, com suas membranas à guisa de asas, com poder de voar à vontade pelo espaço…

As criaturas que nos parecem animais egressos das plagas terrestres, onde os zoófitos encontram os seus elementos de vida, são altamente dotados de sabedoria, sensibilidade e inteligência. Seus sentidos e percepções são muitos superiores àqueles com que foram os aquinhoados homens terrenos, e a preocupação máxima da sua existência é a intensificação do poder intelectual!

Souberam dominar todos os elementos da natureza e aplicar sabiamente as suas leis; com as adaptações que fizeram desse mundo, uma das regiões privilegiadas do universo, onde as almas desejosas de perfeição e beleza estacionam preparando-se para um glorioso porvir…(continuará na parte II).

 

(Lucas Pimentel é advogado, kardecista. Email: [email protected])

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