BC assume metas
Redação DM
Publicado em 30 de junho de 2016 às 21:45 | Atualizado há 1 ano
O novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em sua primeira entrevista, projeta para 2016 uma inflação de 6,9%. E para 2017, embora ambicioso, acha crível uma inflação no centro da meta de 4,5%. O que seria um tremendo alívio para o bolso do trabalhador brasileiro porque em 2015 e início deste ano o índice rondava os 11%. Ilan afirma que com as reservas cambiais que temos, o Brasil poderá enfrentar as volatilidades e choques ao longo dos próximos anos em razão principalmente do Brexit – ruptura do Reino Unido com a União Europeia. Lógico que todo esse quadro descrito pelo presidente do BC depende da definição do impeachment da Dilma e respectivo fim da interinidade de Temer. E tão importante quanto também o da aprovação pelo Congresso, ainda neste ano, do projeto do teto limite de gastos pela inflação do ano anterior. Ou seja, aos poucos os estragos deixados pela gestão Dilma estão sendo removidos para que o nosso País se reencontre com o desenvolvimento econômico e social!
(Paulo Panossian, via e-mail)
Os deputados e as 10 medidas

Por onde andavam os 473 deputados que não marcaram presença na Câmara no dia 22/06/2016, no debate das 10 Medidas Contra a Corrupção? Dormiram demais, estão envolvidos em ilicitudes e têm medo da Lava Jato ou estão se lascando para do povo que colocou na Câmara mais de 2 milhões de assinaturas pedindo socorro para combater a corrupção? De uma coisa temos certeza, os deputados Antônio Carlos Mendes Theme, Ruben Bueno, Darcísio Perondi, Chico Alencar, Pauderney Avelino que falaram em defesa das 10 medidas, mandaram um recado para os senhores. Esperamos que Vossas Excelências se liguem não só no que disseram os deputados supracitados, mas também no que disseram os procuradores da Justiça Júlio Marcelo Oliveira, Roberson Pozzobon e o promotor da Justiça Roberto Livianu. Acorda, gente. Ainda há tempo para salvação.
(Leonidas Marques, via e-mail)
Mensalão, José Dirceu será perdoado?

Conforme noticiado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tendo como base o decreto do indulto de Natal assinado no ano passado pela presidente afastada Dilma, enviou ao STF o seu parecer para que o ex-ministro José Dirceu seja perdoado da pena no mensalão. No chamado indulto de Natal que acontece todo final de ano, milhares de presos ganham liberdade temporária e devem retornar às penitenciárias, porém, para o caso do José Dirceu parece que não é bem assim apesar de já condenado na Lava Jato. Será que, no fim do ano, o tal indulto será aplicado com essa benevolência para os corruptos de colarinho branco envolvidos na Lava Jato? É o fim da picada !
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Sr. redator

A perícia que foi feita por solicitação da Comissão de Impeachment na documentação que serviu de base para o afastamento da presidente Dilma Rousseff mostra uma situação que, em tese, não fundamenta a decisão dos parlamentares. E então, diante de uma situação objetiva, como eles vão se posicionar na próxima votação? Ou o voto será mesmo de caráter político-partidário, pouco interessando as informações técnicas? Os senadores têm uma grande oportunidade de mostrar a coerência necessária para resgatar parte da credibilidade que estão perdendo.
(Uriel Villas Boas, via e-mail)