Coleção de desastres
Redação DM
Publicado em 10 de agosto de 2016 às 02:33 | Atualizado há 1 anoSe existe uma verdade hoje é que o futebol brasileiro não assusta mais ninguém. Mesmo no período em que a nossa seleção ficou sem ganhar uma Copa, por 24 anos, ou seja, entre 1970 e 1994, os jogadores tupiniquins, diferente de hoje, eram quase que venerados, e a seleção dava ibope em qualquer esquina. E provando que a derrota do Brasil para Alemanha por 7×1 na última Copa não foi uma fatalidade, a seleção olímpica, contando inclusive com o Neymar, em dois jogos em casa não conseguiu fazer um gol sequer. Mas, como consolo desta decadência somente acumulou até aqui dois empates, um com a África do Sul, e outro inimaginável com a seleção do Iraque… Mesmo que o improvável ocorra, como da seleção se classificar e levar este outro olímpico inédito, uma grande reformulação no futebol brasileiro é necessária. No qual vamos ter que preparar com competência jogadores que tenham a dignidade de servir o País, buscando títulos também. E não do sonho único como os de hoje, de apenas conquistar contratos milionários…
(Paulo Panossian, via e-mail)
Pichação

A pichação, tão comum nas nossas cidades, constitui uma ação de vandalismo e pode ser punida com detenção de três meses a um ano, conforme estipulado no art. 65 da da Lei 9605 de crimes ambientais, de 12 de fevereiro de 1998. Como o flagrante de tal delito é de difícil comprovação, já que frequentemente é praticado em horários pouco concorridos, raramente se verifica a condenação correspondente. Um vídeo recentemente veiculado mostra a deputada Jandira Feghali (PCdoB – Rio de Janeiro) pichando mensagem de protesto contra Michel Temer, podendo o ato documentado, portanto, ser utilizado para configurar o flagrante. Como componente do Poder Legislativo, a parlamentar é parte da missão de criar as leis no País e, como tal, é de se esperar de sua parte um comportamento exemplar que sirva de exemplo ao povo que representa. Por tudo isso, aliado à imunidade jurídica de que goza, sua atitude é de um surrealismo lamentável.
(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)
Dívidas dos Estados

O projeto do atual governo Temer sobre a dívida dos Estados com a União, que está para ser votado na Câmara nesta semana, dá um alívio na dívida, mas contém regras que cortam os gastos daqui para frente. Acontece que políticos e sindicatos de alguns Estados não querem colocar nenhuma restrição para o gasto com o funcionalismo, Executivo, Legislativo e Judiciário, que, conforme o consultor econômico Raul Veloso, consome de 75 a 80% do orçamento. Será uma vergonha não inserir nenhuma restrição ao gasto com pessoal, pois a avacalhação nas contas públicas dos governos estaduais foi o responsável pelo afastamento da presidente Dilma.
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Brasileirão 2016? Paulistas ou cariocas? De novo? 2005/2010/2012/2015

O erros na arbitragem neste ano se repetem como em 2005/2010/2012 e 2015, sempre favorecendo os times paulistas ou cariocas, os tribunais desportivos continuam em seus Estados com juízes? Comprovadamente torcedores destes times, portanto nossos times mineiros morrerão na praia, pois todos os erros em nada nos ajudam, pelo contrário, fazem seus adversários diretos serem beneficiados. Vergonhosa a repetição dos erros sempre favoráveis aos paulistas e cariocas, a meu ver os times fora desse eixo deveriam fazer um torneio separado deles, só assim teríamos campeões repetidos em nosso Estado. Gols impedidos, pênaltis marcados ou não, expulsões ou não, depende do time a ser beneficiado ou prejudicado. Uma vergonha CBF, mais uma vez!!!!.
(Julio José de Melo, via e-mail)
Abertura das Olimpíadas!

Está de parabéns a equipe que organizou a abertura dos Jogos Olímpicos, com apenas um senão. Deixaram de fora do Brasil a história dos imigrantes italianos, que vieram aos milhões engrandecer a agricultura e indústrias brasileiras. Um contingente muito mais expressivo do que da imigração japonesa, também muito importante e bem lembrada. Houve um lapso imperdoável com nossos descendentes italianos. Independente disso foi um belo espetáculo que entrará para a história do Brasil.
(Beatriz Campos, via e-mail)