Brasil

Eleição no Rio

Redação DM

Publicado em 16 de outubro de 2016 às 02:26 | Atualizado há 2 anos

Num vídeo de campanha recente, o candidato em segundo turno à prefeitura do Rio, deputado Marcelo Freixo ( PSOL – RJ), questiona a promessa de campanha do adversário, senador Marcello Crivella (PRB -RJ), de cuidar das pessoas. Baseia-se, para tal, em supostos cortes de investimentos em educação e saúde, determinados , como declara, pela PEC 241 do governo federal. Trata-se, como se vê, de manifestação eminentemente política, fora de propósito e contexto, pois Freixo terá, caso eleito, que prestar contas preferencialmente ao povo carioca. Alem de demonstrar desconhecimento a respeito do conteúdo da PEC, estará ele antecipando o seu fracasso e tenta justificá-lo a priori?

(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)

 


Um Lula do céu ao inferno

Paulo Panossian

Quem diria que um dia o Lula, que prometia transformar está Nação num paraíso de desenvolvimento econômico e social, que teve até 80% de aprovação como presidente, e colecionava referências elogiosas como o “cara”, “pai dos pobres”, hoje como réu que já é, coleciona mais um indiciamento por organização criminosa por ter favorecido a empreiteira Odebrecht, com financiamento junto ao BNDES, para uma obra em Angola. Completando assim três indiciamentos no total, como o indicam as investigações em curso da Lava Jato.  Este que já se comparou a “Jesus Cristo”, ou, o único presidente que mais fez pelo Brasil, desde Cabral, agora gasta grande parte do que supostamente desviou com o seu partido o PT, das nossas estatais, para pagar uma fortuna a renomados advogados. Mas, sem perder a pose, sai por ai dizendo (sem que ninguém acredite), que é um politico perseguido pela imprensa, justiça, oposição, e inclusive pelas elites do qual ele também faz parte com os milhões de reais que recebeu, sabe Deus, como, das empreiteiras amigas… Lógico que o céu já existia, mas, o seu inferno o próprio Lula construiu…

(Paulo Panossian, via e-mail)

 


Queremos o dinheiro de volta, isso sim

Leonidas Marques

Parece-nos que Justiça brasileira acordou, criou coragem, e começou a tomar  as decisões finais nos  processos que apuram desvios de bilhões de dólares dos cofres públicos e que estão  engavetados há mais de 11 anos. Por prescrição, a 6ª Vara Federal Criminal, acaba de encerrar o caso bilionário dos bancos Marka- FontiCidam de Salvatore Cacciola, que deu um prejuízo de mais de 1,5 bilhão de dólares. Agora é só desengavetar o processo dos bancos Oportunity e Icatu  de Daniel Dantas, que junto com Naji Nahas, causaram um prejuízo de mais de 2 bilhões de dólares no mercado financeiro. Agora é não deixar prescreverem os demais processos bilionários que ainda se encontran engavetados,  principalmente os abertos contra as empresas OSX e OGX do  empresário Eike Batista. Queremos e o dinheiro de volta, isso sim.

(Leonidas Marques, via e-mail)

 


BNDES corta empréstimos no exterior!

Beatriz Campos

Já estava mais do que na hora do BNDES cortar empréstimos no exterior. Financiar infraestrutura, saneamento básico, metros, aeroportos e portos, a países de democracia duvidosa não tinha cabimento. Ao contrário do que diziam os ex-presidentes  Lulla e Dillma, não ajudavam o Brasil porque não gerava emprego de brasileiros comuns. Mas engrossava obras das empreiteiras que pagavam altíssimas propinas aos bolsos dos corruptos. Tudo pago em moeda forte como dólar e euros, enquanto nosso “real” definhava, aumentando assustadoramente a divida interna do país. Em treze anos de PT no poder, dos R$-600 bilhões de divida em 2003, saltamos para R$-3 trilhões e nessa conta encaixam empréstimos subsidiados a 5% ao ano pelo BNDES, que geravam emprego no exterior. Ou os empreiteiros contam, ou contam. Não existe saída. Porque não é justo que paguemos sozinhos a conta por essa bandidagem.

(Beatriz Campos, via e-mail)

 


Enchentes de trânsito em São Paulo

Benone Augusto de Paiva

Diz o prefeito eleito para a cidade de São Paulo, João Dória, que já nomeou uma equipe para acompanhar as ações anti-enchentes do prefeito Fernando Haddad. Os cinco auxiliares escolhidos serão supervisionados por Júlio Semeghini que certamente terá um trabalho fácil para explicar ao novo prefeito: praticamente nada foi feito para combater as constantes enchentes que atingem a região metropolitana de São Paulo e isto vem sendo repassado por todos os ex-prefeitos e nenhum deles se preocupou de apresentar um projeto solucionador para a cidade de São Paulo. E temos solução até com mais facilidade do que se imaginam, São Paulo Está a 750 m de altitude e ao lado da serra do mar, o contrário de Tóquio no nível do mar, cidade idêntica à São Paulo nos seus problemas e os japoneses resolveram brilhantemente. Jõao Dória, faça uma visita à capital japonesa e constate como os japoneses solucionaram os seus problemas de enchentes e também do trânsito, traga uma cópia do projeto que será mil vezes mais fácil para a nossa cidade, aprove-o, coloque em execução e não se preocupe com quem irá terminar a obra que tanto precisamos.

(Benone A. de Paiva, via e-mail)

 

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