Brasil

Filho denuncia plano e mãe é presa por encomendar morte de servidora

Fernando Henrique - Estágio DM

Publicado em 12 de julho de 2026 às 14:59 | Atualizado há 2 horas

Polícia Civil do Paraná prendeu mulher suspeita de planejar o assassinato de uma servidora pública em AbatiáPolícia Civil do Paraná prendeu mulher suspeita de planejar o assassinato de uma servidora pública em Abatiá | Foto:  Divulgação/PCPR
Polícia Civil do Paraná prendeu mulher suspeita de planejar o assassinato de uma servidora pública em AbatiáPolícia Civil do Paraná prendeu mulher suspeita de planejar o assassinato de uma servidora pública em Abatiá | Foto: Divulgação/PCPR

A Polícia Civil do Paraná prendeu na última sexta-feira (10) uma mulher de 41 anos, suspeita de encomendar a morte de uma servidora pública da cidade de Abatiá (a 348 km de Curitiba). O suposto plano não foi concluído porque o filho da suspeita o descobriu e procurou a polícia.

A transferência de três filhos da suspeita para uma instituição pública de acolhimento teria sido a motivação para o planejamento da morte de servidora.

A mulher não teve a identidade revelada e a polícia não disse se ela constituiu advogado. Por isso, a reportagem não conseguiu localizar a defesa dela.

Investigação identificou planejamento do crime

“As investigações tiveram início após o filho adolescente da investigada descobrir mensagens relacionadas ao planejamento do crime no celular da mãe. Ele foi ameaçado de morte para que não revelasse os fatos e procurou a rede de assistência do município com um vídeo gravado que registrava parte das mensagens antes que fossem apagadas”, afirmou o delegado Luis Guilherme Almeida.

A mulher teria oferecido R$ 3.000 para um homem cometer o crime. À polícia ele confirmou ter sido procurado para cometer o assassinato e apresentou documentos que ajudaram na investigação.

Celular continha fotos da vítima

A servidora pública alvo do plano era monitorada. A perícia policial no celular achou fotografias da vítima em potencial e de outros servidores que convivem com ela.

A Polícia Civil não informou se o filho adolescente da suspeita ficará sob cuidados de alguma instituição pública.


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