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Home-office e EaD podem contribuir para perda auditiva

Redação DM

Publicado em 4 de abril de 2021 às 17:15 | Atualizado há 5 anos


Como prevenir a perda auditiva

A Fono afirma que existem maneira de evitar a perda auditiva, uma delas é fazer anualmente o exame de audiometria. Além do exame, Bruna explica que é preciso verificar se o paciente não diabetes ou hipertensão, pois esses fatores podem desencadear a perda de acuidade em função do metabolismo do paciente.

“Evitar medicamentos ototóxicos, o uso de hastes flexíveis como cotonetes, pois a cera de ouvido é proteção e evita infecções. Caso tenha dor de ouvido, ou infecções, o paciente tem que procurar um otorrino imediatamente, para que elas não se tornem crônicas, e algumas infecções não apresentam dor, e claro evitar locais barulhentos ou com ruídos”, ressalta.

Um dos grande vilões apontados pela fonoaudióloga é o uso de fones de ouvido, pois, a perda de audição é progressiva e silenciosa. E conforme Bruna Bangoim, o uso dos fones vai acelera a morte das células auditivas, inclusive com desgate delas sendo acelerado. “Quando a gente está ouvindo música, e sente um certo incômodo, ou o aparelho celular avisa com esse nível de exposição você pode ter prejuízo na sua audição, a gente tem que ficar atento”.

A especialista em audiologia Francielle Fernandes explica que além dos fones de ouvido serem vilões, eles podem provocar a perda de audição de forma mais precoce. Conforme a Fono o risco da pessoa desenvolver um zumbido por estar com os fones com o volume acima do volume permitido ou de desenvolver outros problemas como a perda auditiva em cinco anos é 70% maior.

Para evitar perder a audição Francielle recomenda que os pacientes procurem um otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo. “A partir dos resultados das avaliações audiológicas, vão ser indicados os melhores tratamentos para reabilitar a audição. Entre as opções para essa reabilitação está o uso de aparelho auditivos, e que permitem a reabilitação da audição com um desenvolvimento saudável”.



Tempo de exposição às telas tem provocado uma doença chamada Cinetose

Um dado interessante segundo Bruna, é que algumas pessoas tem procurado tratamento, principalmente estudantes, tem procurado tratamento após terem crises de vômito ou tontura. “Isso tem acontecido, pois, está sendo desencadeada a doença Cinetose, ela acomete uma pequena parcela da população, que fica um período grande de tempo exposta as telas de celulares, tabletes ou computadores”, relata.

Embora tenha mencionado a questão dos idosos no início, Bruna Bangoim afirma que muitos adultos tem procurado o tratamento, isso em razão de perderem um pouco da audição devido a covid-19, em outros casos, ela afirma que as pessoas já estavam com perda de acuidade, mas que o home-office foi responsável por elas perceberem isso, pelo fato de haver uma maior necessidade desse sentido no momento, e por nós estarmos o tempo todo em relacionamentos com outras pessoas.

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Fechar os olhos apenas para ouvir uma música, ou simplesmente os sons da natureza é algo que jamais vamos querer perder, pelo simples fato disto nos permitir viajar a outros lugares e tempos. No entanto, a pandemia provocada pela Covid-19 fez com que tivéssemos que nos adaptar a novas maneiras de trabalhar e estudar. E cada uma dessas adaptações nos trouxeram uma nova problemática, como a perda gradativa da audição por ter contraído a doença, ou por não estarmos em ambientes preparados para o estudo ou trabalho em nossas casas.

É o que salienta a Fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas e especialista em audiologia, Francielle Fernandes da Silva. “A pandemia trouxe inúmeros desafios, obrigou as pessoas a transformar a casa em escritório e o quarto das crianças em uma escola adaptada. Porém nem todos têm à disposição um ambiente projetado sem barulhos e incômodos, o que é prejudicial a nossa saúde auditiva”.

Francielle Fernandes afirma que o excesso de barulho além de ser prejudicial a saúde, ele está presente em diversos lugares como na tv, no rádio, secador de cabelo, no latido do cachorro, entre outros animais e objetos que temos dentro de nossas residências, por isso ela pontua que é importante tomar cuidado principalmente nesse momento para que a saúde auditiva não seja prejudicada.

A fonoaudióloga Bruna Bangoim afirmou que houve um aumento na procura de atendimento durante esse período em Goiás. Entretanto ela afirma que esse aumento não foi provocado por problemas referente ao ensino remoto ou do home-office propriamente dito, mas sim que foi por essas adaptações que algumas pessoas perceberam a perda auditiva.

“Nós recebemos pacientes que sentiram uma perda auditiva mais acentuada, e nos procuraram para adaptação de aparelhos auditivos. Não foi em função do home-office ou do ensino remoto que eles tiveram essa perda, mas foi através deles que perceberam a dificuldade para ouvir”, explica.

Covid-19 provocou perda de audição

A fonoaudióloga afirma que devemos ficar atentos, pois a Covid-19, pode ter sido responsável por alguns pacientes terem sentido uma perda auditiva, ou acentuado a que já tinha, devido ao vírus.

“Alguns pacientes foram infectados pelo novocoronavírus e nos procuraram depois de infectados pela doença, em busca de tratamento para zumbido, queixas de tonturas, o que está diretamente ligado ao sistema auditivo”, afirma.

Bruna Bangoim disse ainda que outros pacientes que já tinham uma perda de acuidade, ou seja, de audição, tiveram uma piora após serem infectados pelo vírus.

“A Covid-19 é uma doença auto-imune, não se trata apenas de uma gripezinha, que devido a falta de circulação do sangue adequada, ou seja, oxigenação das células ciliadas vão ter piora, uma vez que o sistema auditivo precisa de uma oxigenação perfeita para um bom funcionamento. Perfeita no sentido de normalidade, e a Covid-19 tem desencadeado essa perda auditiva e piora em alguns casos”, salienta.



Como prevenir a perda auditiva

A Fono afirma que existem maneira de evitar a perda auditiva, uma delas é fazer anualmente o exame de audiometria. Além do exame, Bruna explica que é preciso verificar se o paciente não diabetes ou hipertensão, pois esses fatores podem desencadear a perda de acuidade em função do metabolismo do paciente.

“Evitar medicamentos ototóxicos, o uso de hastes flexíveis como cotonetes, pois a cera de ouvido é proteção e evita infecções. Caso tenha dor de ouvido, ou infecções, o paciente tem que procurar um otorrino imediatamente, para que elas não se tornem crônicas, e algumas infecções não apresentam dor, e claro evitar locais barulhentos ou com ruídos”, ressalta.

Um dos grande vilões apontados pela fonoaudióloga é o uso de fones de ouvido, pois, a perda de audição é progressiva e silenciosa. E conforme Bruna Bangoim, o uso dos fones vai acelera a morte das células auditivas, inclusive com desgate delas sendo acelerado. “Quando a gente está ouvindo música, e sente um certo incômodo, ou o aparelho celular avisa com esse nível de exposição você pode ter prejuízo na sua audição, a gente tem que ficar atento”.

A especialista em audiologia Francielle Fernandes explica que além dos fones de ouvido serem vilões, eles podem provocar a perda de audição de forma mais precoce. Conforme a Fono o risco da pessoa desenvolver um zumbido por estar com os fones com o volume acima do volume permitido ou de desenvolver outros problemas como a perda auditiva em cinco anos é 70% maior.

Para evitar perder a audição Francielle recomenda que os pacientes procurem um otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo. “A partir dos resultados das avaliações audiológicas, vão ser indicados os melhores tratamentos para reabilitar a audição. Entre as opções para essa reabilitação está o uso de aparelho auditivos, e que permitem a reabilitação da audição com um desenvolvimento saudável”.



Tempo de exposição às telas tem provocado uma doença chamada Cinetose

Um dado interessante segundo Bruna, é que algumas pessoas tem procurado tratamento, principalmente estudantes, tem procurado tratamento após terem crises de vômito ou tontura. “Isso tem acontecido, pois, está sendo desencadeada a doença Cinetose, ela acomete uma pequena parcela da população, que fica um período grande de tempo exposta as telas de celulares, tabletes ou computadores”, relata.

Embora tenha mencionado a questão dos idosos no início, Bruna Bangoim afirma que muitos adultos tem procurado o tratamento, isso em razão de perderem um pouco da audição devido a covid-19, em outros casos, ela afirma que as pessoas já estavam com perda de acuidade, mas que o home-office foi responsável por elas perceberem isso, pelo fato de haver uma maior necessidade desse sentido no momento, e por nós estarmos o tempo todo em relacionamentos com outras pessoas.

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