Brasil

Levy na marca do pênalti

Redação DM

Publicado em 13 de novembro de 2015 às 21:31 | Atualizado há 1 ano

É lamentável que o próprio Planalto seja o maior adversário do ajuste fiscal em curso.  Enquanto o ministro Joaquim Levy tenta devolver um mínimo de dignidade à administração pública federal, reduzindo despesas improdutivas, e minimizar os efeitos do gigantesco déficit fiscal, a presidente Dilma, manda o BNDES reabrir crédito subsidiado para o setor automotivo num total de R$ 3 bilhões. Desta forma a presidente desmoraliza o ministro Levy, já que no mês passado havia anunciado um corte de R$ 30,5 bilhões, para o limite do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), sob a responsabilidade do BNDES. Ou seja, não bastasse o Lula, e seus corneteiros buzinarem pela saída do ministro, agora a Dilma, dá seu tiro de misericórdia, desprestigia e coloca na marca do pênalti aquele como o Joaquim Levy, que tenta corrigir os graves equívocos produzidos pelo Planalto, na área econômica…

(Paulo Panossian, via e-mail)


 

Parabenização

 

Gostaríamos de parabenizar a srª jornalista Suely Arantes, da edição Fio Direto, do dia 12/11, pág. 12, pelo brilhante questionamento sobre as grandes ideias de Thiago Peixoto em nos massacrar, funcionários públicos. “Quem vai sofrer com essas mudanças são os pequenos”, pois os gerentes, diretores e outros do mesmo escalão e o próprio Thiago Peixoto vão continuar na mesma folga de sempre.

(Funcionários da Agetop, via e-mail)


 

A imprensa deveria ignorar bobagens ditas por Lula

Izabel Avallone

Lula aconselha o povo a não acreditar na imprensa. Ora essa, se não fosse o trabalho da imprensa divulgando dia e noite as falcatruas do PT, ninguém saberia de nada. Ainda bem que temos o juiz Sergio Moro e um MPF no Paraná atentos aos movimentos de corrupção jamais vistos neste País. Bem faria a imprensa se ignorasse as bobagens que Lula diz. O ex-presidente  vem pavimentando seu plano para derrubar Joaquim Levy e levar Meirelles para a Fazenda. Meirelles só vai se for com a porteira fechada, ou seja, trocaria toda a equipe econômica, mas Dilma, que ainda tem a caneta nas maos, não gosta de Meirelles. Todos os brasileiros sentiram na pele o fracasso da economia protagonizado por Guido Mantega e sua equipe. Nos quatro anos do governo Dilma, Lula nada disse sobre a economia abjeta imposta aos brasileiros. Agora que a casa caiu e que os delitos estão vindo à tona, Lula sai em defesa da troca de Levy pensando em recuperar a sua credibilidade já tão arranhada e sua moral abaixo de zero. Basta de enganação e de nos fazer de trouxas. Estamos pagando caro por todo esse imbróglio econômico e esse estelionato eleitoral. Carecemos de homens com H maiúsculo que queiram tirar o Brasil dessa enrascada e recolocá-lo nos trilhos. 2015 está indo embora e com ele a esperança do povo brasileiro. Lamentável.

(Izabel Avallone, via e-mail)


 

O maior caixeiro-viajante do mundo

Jeovah Batista

Hafid, “o maior vendedor do mundo”, poderá perder a sua posição de destaque. Um brasileiro, caso seja comprovada a veracidade dos 37 carimbos em seus passaportes, entrando em países do continente africano para vender produtos alimentares, com destaque para carne enlatada, colocará  o guardador de camelos, que se tornou o maior vendedor do mundo, na segunda posição. Hafid ficou rico e vendo que não precisava de toda aquela riqueza para viver, doou parte aos pobres. O  nosso compatriota poderá ficar na história como “o mais bem-sucedido  caixeiro-viajante do mundo”. Vendeu carne pra dedéu. Abarrotou de dólares os bancos suíços. Quanto aos pobres do Brasil, não sei se o nosso irmão se lembrará deles.  Digitando no Google: vendia carne enlatada para países africanos, o leitor conhecerá o nosso campeão. Eu só queria saber o que os africanos fizeram com as montanhas de latas vazias. Cadê o povo brasileiro? É preciso reagir. Os canalhas estão aprontando e o Brasil vai sucumbir.

(Jeovah Batista, via e-mail)

 

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