Brasil

Lula com pose de vestal

Redação DM

Publicado em 25 de janeiro de 2016 às 22:04 | Atualizado há 1 ano

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal, em Brasília, dispensou Lula do novo depoimento, sob alegação do ex-presidente de já ter prestado declarações no dia 6 de janeiro e que não tinha mais nada a acrescentar. Alegação aceita! Mas muitas novas e diferentes perguntas poderiam lhe ser feitas, e entendo que “não ter mais nada a acrescentar” signifique decidir continuar com a ladainha do “desconheço, jamais, é um absurdo, nunca ousaram me propor tal combinação que é coisa de bandido” …mesmo antes que tais novas inquirições lhe sejam feitas. Houve um tempo em que uma simples declaração de Lula valia como verdade. Quero crer que hoje, com a Lava Jato, suas respostas sejam confrontadas com provas, e que a luz da Verdade se faça! Gostaria muito que Lula soubesse que essa pose de vestal intocada não lhe cai bem nem combina com seu passado de pelego sindicalista que acabou por lhe criar tantas amizades com altos empresários, preciosos durante suas duas gestões …mas que hoje estão, na maioria, presos! Lembrando que o crime de corrupção é via de mão dupla…

(Mara Montezuma Assaf, via e-mail)


Carma

Josuelina Carneiro

Quando Deus nos poupou da fúria dos vulcões, do inverno tenebroso e de outras catástrofes, é porque sabia o que nos esperava. Seríamos um País sem justiça, com muitas leis não cumpridas, mergulhado na lama da corrupção praticada por gente rica, abarrotado de políticos sem decoro nem escrúpulos. Seria o nosso carma, e assim tem sido.

(Josuelina Carneiro, via e-mail)


Péssimo negócios

Iria de Sa Dodde

Como diria o macaco: “Eu só queria entender.” Segundo a mídia, a Petrobras “vale” (pois todo dia cai um pouco) R$ 70 bilhões e deve R$ 550 bilhões (que todo dia aumenta). Quase oito vezes seu patrimônio. Se eu estivesse numa situação desta, já teria pedido falência. Então, nem ser privatizada o governo conseguirá. Quem vai comprar uma dívida? Só um burro. Sugiro oferecê-la em quem votou no PT nas últimas eleições.

(Iria de Sa Dodde, via e-mail)


Paixão nacional

Benone Augusto de Paiva

Senhora Josuelina Carneiro, a sua carta “Conclusão”, publicada no Diário da Manhã, de Goiás, no dia 25/01/2016, relata realmente com fidelidade tudo que vem ocorrendo atualmente neste País abandonado não apenas pela maioria absoluta dos péssimos políticos que temos; mas, incrivelmente, pela a acomodação irresponsável também da maioria absoluta de todos aqueles que se julgam do bem, do lado patriota, do lado educado. Aqueles que têm a obrigação de defender a sua nação, a sua casa, o futuro dos seus descendentes e familiares. Por que então a paixão pelo futebol e pelo carnaval não é a mesma com a pátria, onde exatamente refletirá o futuro dos seus dependentes? Parabéns, Josuelina Carneiro e Diário da Manhã, vocês estão prestando um grande serviço de informação e conscientização pública!

(Benone A. de Paiva, via e-mail)


 

Promotor denunciado por crime de lavagem de dinheiro

Izabel Avallone

O procurador-geral da Justiça de São Paulo, Marcio Elias Rosa,  ofereceu denúncia à Justiça contra o promotor Roberto Senise Lisboa, que teria recebido R$ 428 mil para favorecer às Casas Bahia durante investigações sobre supostos crimes contra o consumidor (lavagem de dinheiro e corrupção). A quebra de sigilo bancário é uma arma mortal contra aqueles que são primários e não aprenderam a lançar mão de “laranjas” como fazem os experientes envolvidos na Lava Jato. Sem dúvida, esse não deve ser o primeiro caso, mas o procurador de São Paulo deve denunciar e cuidar para que o Ministério Público não seja um órgão corrupto, como tantos outros. Já basta o que faz o procurador-geral da República, que apenas denuncia aqueles que fazem sombra a sua chefe. Se queremos ter orgulho do nosso País, temos de exigir que o pente fino seja passado em todos os cidadãos que têm a obrigação de zelar pelo bem-estar e proteção dos direitos de sua população. Custa acreditar que depois de estudar tanto e passar num concurso dificílimo, um promotor se preste a essa função. Na política, a cada dia que passa o que se quer é convencer o povo de que roubar é normal. Não é não e nunca será. Precisamos urgente restaurar a decência, a honra e a moral perdidas nesses últimos anos.

(Izabel Avallone, via e-mail)

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