Brasil

Marconi Perillo, Batista Custódio a Demóstenes Torres, “exemplos a se mirar”

Redação DM

Publicado em 6 de dezembro de 2016 às 01:25 | Atualizado há 10 anos

Leitor assíduo dos artigos publicados neste Caderno Opinião, enchi minha mente de coragem para entrar para a galeria desses nobres escritores. E, a partir deste, assumo compromisso de estar sempre presente por aqui para debater assuntos de real interesse da sociedade. Sou músico e jovem empreendedor, além de neopentecostal, por isso temas para dissecar nesse espaço democrático do Diário da Manhã é que não me vão faltar.

E, nesse artigo inaugural, não poderia deixar de falar de uma pessoa que tinha verdadeiro sonho em conhecê-la. Trata-se simplesmente do governador Marconi Perillo, que aprendi a admirar desde cedo, quando se destacava na tribuna da Assembleia Legislativa com discursos oposicionistas consistentes ao então cacique Iris Rezende. Da Assembleia Legislativa de Goiás à Câmara dos Deputados foi uma conquista fácil, mas logo depois veio um embate histórico, que mudou os rumos da política no Estado de Goiás.

Em 1988, ele deixou vaga garantida de reeleição a deputado federal, para enfrentar exatamente o ícone da política regional, até então imbatível, Iris Rezende Machado, representando a maioria das forças oposicionistas goianas. Lembro-me muito bem da coragem de Marconi, com 35 anos de idade, ao aceitar o desafio de encarar o experiente Iris, com 65 anos, com mais de 70% de vantagem nas pesquisas de intenção de voto. Lembrava bem a peleja santa entre Davi e Golias. O jovem Marconi iniciou nas pesquisas com 3% e chegou a uma vitória consagradora, inesquecível.

E, depois de um mandato que inaugurou um Tempo Novo no Estado de Goiás, Marconi se elegeu Senador da República, vice-presidente da Mesa Diretora do Senado, voltou a ser governador e, hoje, exerce o quarto mandato à frente do Governo de Goiás. Realizou uma gestão inovadora de tal modo, que, sempre teve o nome dele lembrado para as grandes disputas nacionais; e, agora, mais uma vez, desponta como um dos fortes nomes do seu partido, o PSDB, para disputar a presidência da República.

É por estas e muitas outras razões que tenho orgulho em ter participado direta e efetivamente da campanha, em 2014, que levou Marconi Perillo para o quarto mandato de governador de Goiás. A experiência foi uma das melhores que já tive em minha vida, por isso estou bastante motivado para enfrentar novas campanhas ao lado de Marconi. E confesso que, dessa vez, estou torcendo para que saia mesmo candidato a presidente da República, porque o País nunca precisou tanto de homens da envergadura desse goiano de Palmeiras de Goiás, que, com sabedoria dos altos céus, fez do nosso Estado um dos mais progressistas e com melhor qualidade de vida do Brasil.

Em meus próximos artigos, pretendo ressaltar a admiração que tenho pelo Promotor de Justiça Demóstenes Torres, o melhor senador que o Brasil já teve e que teve o seu mandato cassado injustamente. Também tenho sérias pretensões de escrever algumas linhas sobre alguns escritores que aprendi a admirar nesse espaço tão seleto da intelectualidade, não apenas goiana e nacional, mas, também, internacional. Entre eles, posso citar o sindicalista Eduardo Amorim, o jornalista João Nascimento, o grande advogado criminalista e político da melhor qualidade, Eurico Barbosa; o jovem Patrick Barcellos, e, claro, Demóstenes Torres e Marconi Perillo. Também estou imbuído da ousadia de comentar sobre o jornalista Batista Custódio, que considero um dos maiores editorialistas mundiais.

 

(Wallace Xavier Tatagiba, músico, empreendedor e batista neopentecostal; e-mail: [email protected]”)

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