Nas eleições de 2016 a novidade será o PTN
Redação DM
Publicado em 22 de junho de 2016 às 03:23 | Atualizado há 10 anos
Com a experiência de ter cumprido mandato de vereador/presidente da Câmara de Goiânia e deputado estadual militando na vida pública há alguns anos e observando os desgastes de vários partidos políticos, não hesitei em aceitar o honroso convite para me filiar ao Partido Trabalhista Nacional.
A população, com as turbulências que ocorrem no País, vem analisando os políticos e partidos na esperança de nas urnas poder promover significativas mudanças com o intuito de encontrar novos rumos para o Brasil.
Os sucessivos escândalos de corrupção que assolam o País e vêm à tona em decorrência das ações do juiz Sérgio Moro, Ministério Público e Polícia Federal provocam a cada dia que passa significativos repúdios das pessoas.
Positivamente ainda existem pessoas idealistas e corretas nos poderes Executivo e Legislativo em quantidade menor e que não permitem jamais imacular suas imagens.
Ao decidir-me pelo PTN levei em consideração as condutas dos dirigentes desse partido em Goiás. Sob o comando seguro e transparente do deputado federal Alexandre Baldy, jovem e promissor de futuro assegurado como expoente na política goiana e brasileira. É correto e do bem…
O deputado federal Baldy estruturou uma equipe confiável e eficiente, com condutas ilibadas, como o presidente do Diretório Estadual Adriano Avelar e a Presidência do Diretório Metropolitano nas mãos do competente Leonardo Avalanche.
Em Goiânia percebe-se o interesse de fortalecer o partido e as sucessivas reuniões e contatos com os pré-candidatos a vereadores, sempre com as participações do Adriano Avelar e Leonardo Avalanche, energizam os aspirantes à Câmara oferecendo sensações de porto seguro.
A decisão do comando do PTN de permitir que os pré-candidatos a vereadores de Goiânia definissem qual opção de escolha para o candidato a prefeito da Capital foi acertada e coerente.
Escolher com critérios o melhor nome para administrar durante os quatro anos os destinos políticos administrativos de Goiânia é responsabilidade de todos.
Sobre o PTN em Goiás, fui informado que está estruturado em 150 cidades e com candidatos a prefeito com possibilidades de eleger 20 inclusive com coligações e em torno de centenas de vereadores.
Isso é realmente positivo.
Em Goiânia, com apresentação de chapa própria e sem as presenças de detentores de mandatos, os chamados medalhões como se diz no jargão popular, o PTN vislumbra eleger de quatro a cinco vereadores, constituindo-se em uma bancada muito forte.
Percebe-se cotidianamente que os pré-candidatos à Câmara de Vereadores pelo partido estão trabalhando muito e com propostas claras, objetivando oferecer as contribuições para a melhoria de vida dos goianienses. São pessoas sérias e idealistas.
É oportuno registrar que o PTN é detentor de um precioso tempo de televisão de aproximadamente 1 (um) minuto, pois a bancada de deputados federais de 4 (quatro) soltou para 13 (treze) parlamentares com um crescimento extraordinário .
Entendo que o PTN, com essas expectativas positivas nas eleições de 2016, atingirá como resultado final o fortalecimento de suas bases e surpreenderá em representatividade.
Manter os compromissos com o trabalho ético, sério e responsável são condições que a sociedade estará cobrando de todos nós.
Encerro esse artigo convidando as pessoas que desejam o progresso para Goiânia, Goiás e o Brasil, que juntem-se a nós, filiando-se no PTN. É isso aí!…
(Mario Ghannam, ex-presidente da Ceasa, Associação Brasileira e Sul Americana de Ceasas, diretor geral da OGV, vereador e presidente da Câmara de Goiânia, deputado estadual e presidente do Jóquei Clube de Goiás)