Os muitos impostos e a alta carga tributária:
Redação DM
Publicado em 12 de outubro de 2015 às 22:46 | Atualizado há 11 anosDe fato o ano de 2015 não está sendo fácil pra ninguém. Afinal de fevereiro pra cá estamos nos deparando cada dia com uma notícia diferente. Ultimamente são escândalos, notícias de corrupção, leis que retiram direitos dos trabalhadores, enfim pouco se tem feito para um país tão necessitado de boas ações.
O grupo que movimenta a economia gera desenvolvimento, emprego e renda estão sendo pisoteados pelo governo que deveria apoiar os que avançam a economia,vem nos cobrindo de impostos, custos e gastos para ressarcir os cofres públicos
Recentemente em setembro do corrente ano, a Assembléia Legislativa mostrou produtividade e velocidade recorde, ao aprovar na calada da noite o aumento do imposto sobre heranças (ITCD), o ICMS da gasolina e o IPVA para alguns veículos.
Um susto para a população em geral, os empresários que estão à mercê de um colapso financeiro. Os tributos valerão a partir de janeiro de 2016 e devem elevar a receita em R$ 167 milhões. A ordem é ou vocês pagam ou vocês pagam, nada de desobediência civil.
No caso do ICMS, o imposto passou de 27% para 28% no caso da circulação da mercadoria de gasolina. Nos casos em que a herança ou doação for de até R$ 25 mil, a alíquota a ser observada é a de 2%; até R$ 200 mil, 4%; até R$ 600 mil, 6%; e acima deste último valor, 8%. Atualmente, existe apenas uma alíquota de 4%.
As mudanças do IPVA incidirão de duas formas. A de maior impacto se refere à isenção do tributo por tempo de uso, que passará de 10 para 15 anos. Também haverá aumento 2,5% para 3% no caso das motocicletas, ciclomotores, triciclos, quadriciclos, motonetas e automóveis de passeio com potência até 100 cavalos.
Para o aumento, o governo estadual alegou necessidades na elevação da arrecadação. Para arrecadar mais impostos e tentar equilibrar as contas públicas, o Governo Estadual achou melhor cobrar daqueles que geram emprego e renda, que sobrevivem assumindo os riscos da atividade econômica e do povo que esta alfegante com tantos impostos, taxas e tributos.
Precisamos de desenvolvimento, de crescimento na economia, de oportunidades, precisamos de mais empregos, de produtividade e investimentos na educação alinhada a tecnologia e as industriais alinhadas com o comércio.
Precisamos de oportunidades advindas do poder público, e não ser refém das contas inacabáveis e insensatas que monopolizam um povo exausto de tantos tributos. Vamos aguardar os próximos capítulos de uma novela tributária sem fim e sem lei.
(Maione Padeiro, presidente da Aciag Jovem e membro do Fórum Jovem)