Para salvar vidas médicos do MT improvisam mangueira de oxigênio com estetoscópios
Redação DM
Publicado em 16 de março de 2021 às 18:13 | Atualizado há 1 ano

Além disso, os médicos em Várzea Grande também enfrentam cargas horárias exaustivas, de acordo com denúncias feitas ao Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed). Nelas, os profissionais que trabalham na linha de frente no município alegam que a carga horária é excessiva.
Conforme a denúncia, o município abriu 22 novos leitos de enfermaria sem a contratação de mais profissionais de saúde para atender a demanda de pacientes com Covid-19.
No entanto, a prefeitura de Várzea Grande disse, em nota, que o reforço no atendimento das estruturas de saúde municipais em decorrência da Covid-19 foram acompanhadas de uma série de medidas, sendo uma delas a contratação de novos profissionais da área de saúde.
Ainda de acordo com o município, a média de atendimentos cresceu mais de 40% e as medidas foram adotadas para evitar as filas de espera.
A falta de insumos também atinge o nordeste do estado, onde empresários fizeram um mutirão para emprestar cilindros de oxigênio para a Prefeitura de Peixoto de Azevedo repor o estoque de oxigênio medicinal no Hospital Regional.
*Com informações do G1.
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Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, profissionais da saúde precisaram improvisar usando estetoscópios para montar uma mangueira de oxigênio aos pacientes internados com Covid-19.
A unidade fica no bairro Ipase, onde os médicos denunciam a falta de insumos para atender pacientes que precisam de respiradores. Para contornar a falta de insumos, os profissionais desmontaram estetoscópios para usar a mangueira do aparelho como mangueira de oxigênio.

Além disso, os médicos em Várzea Grande também enfrentam cargas horárias exaustivas, de acordo com denúncias feitas ao Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed). Nelas, os profissionais que trabalham na linha de frente no município alegam que a carga horária é excessiva.
Conforme a denúncia, o município abriu 22 novos leitos de enfermaria sem a contratação de mais profissionais de saúde para atender a demanda de pacientes com Covid-19.
No entanto, a prefeitura de Várzea Grande disse, em nota, que o reforço no atendimento das estruturas de saúde municipais em decorrência da Covid-19 foram acompanhadas de uma série de medidas, sendo uma delas a contratação de novos profissionais da área de saúde.
Ainda de acordo com o município, a média de atendimentos cresceu mais de 40% e as medidas foram adotadas para evitar as filas de espera.
A falta de insumos também atinge o nordeste do estado, onde empresários fizeram um mutirão para emprestar cilindros de oxigênio para a Prefeitura de Peixoto de Azevedo repor o estoque de oxigênio medicinal no Hospital Regional.
*Com informações do G1.
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