Pedro Alves de Oliveira: gestão profícua à frente da Fieg
Redação DM
Publicado em 4 de junho de 2016 às 02:55 | Atualizado há 10 anosCumprindo feliz gestão na presidência da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Pedro Alves de Oliveira reconhece que o governador Marconi Perillo (PSDB) tem contribuído decisivamente para o crescimento acima da média nacional dos números da economia goiana. “A interação do Fórum Empresarial com o governo do Estado, em todos os níveis respaldada pelo governador Marconi Perillo, tem feito a diferença em Goiás”, diz.
Desde que assumiu a presidência da Fieg, o empresário Pedro Alves, juntamente com sua diretoria, atua na desburocratização e simplificação da legislação tributária, trabalhista e ambiental; bem como no fortalecimento da infraestrutura e na convalidação e aperfeiçoamento dos incentivos fiscais.
Na questão da infraestrutura, torna-se urgente a expansão da capacidade de fornecimento de energia ao setor industrial, a implantação da Plataforma Logística Multimodal de Goiás – com a conclusão do aeroporto de cargas em Anápolis –, a implementação total da Ferrovia Norte-Sul, a duplicação da Rodovia BR-153 (rumo ao Norte) e a melhoria das condições de funcionamento dos distritos industriais espalhados pelo Estado.
Pedro Alves sempre deixou claro que os propósitos da Fieg são convergentes com os do governo estadual. “Afinal de contas, quando o governador Marconi Perillo sugeriu a constituição do Fórum Empresarial, em 1999, eu não tinha dúvida de que o desenvolvimento de Goiás passaria por esta conjugação de esforços entre o setor produtivo e o poder público”, enfatiza o líder empresarial.
E, de lá para cá, empresários e governo do Estado continuam juntos. O mais importante é que entre eles há confiança. E isso dá segurança nessa relação, aliás, ancorada na verdade, nos bons propósitos, neste relacionamento de respeito adquirido ao longo de mais de 20 anos, quando Marconi Perillo ainda era deputado.
A propósito, Pedro Alves defende a união dos empresários em prol do fortalecimento do Sistema Fieg (Sesi, Senai, Iel e ICQ Brasil) e do desenvolvimento da economia goiana. “As portas da Casa da Indústria estão sempre abertas para os empresários. A Fieg é de todos”, enfatiza.
E realmente vem cumprindo a promessa de otimizar as atividades do Sistema Fieg e fortalecer os 35 sindicatos filiados. Ele demonstra claramente em suas ações que tem consciência da necessidade de se elevar a escolaridade dos trabalhadores da indústria e formar mais mão de obra para atender a demanda.
Pedro é casado e pai de duas filhas. Foi um dos fundadores da indústria Arroz Lagoinha. Na vida sindical, começou como secretário do Sindicato da Indústria de Arroz e depois se tornou presidente. Fez parte da diretoria da Fieg na gestão do ex-presidente José Aquino Porto (de saudosa memória), e vice-presidente na gestão que antecedeu sua eleição a presidente.
A propósito, recomendo o livro Goiás – O que Faz a Força da Indústria do Cerrado sobre gestão de Pedro Alves. Mostra o potencial do setor produtivo goiano, que vem nos últimos anos se destacando nacionalmente, com sucessivos recordes de crescimento. A publicação, editada pelo colega Dehovan Lima, com projeto gráfico do designer Jorge Del Biano, aborda ações e serviços do Sistema Fieg (Fieg, Sesi, Senai, IEL e ICQ Brasil) em prol do fortalecimento da indústria, num recorte dos primeiros quatro anos (2011-2014) da gestão de Pedro Alves à frente da Fieg.
A indústria do Cerrado – referência ao segundo maior bioma brasileiro, que abrange Goiás e mais oito Estados o Brasil Central – mostra sua cara com nada menos do que 22,4 mil empresas instaladas em vários polos produtivos goianos, empregando 341,6 mil trabalhadores. Do total de 246 municípios goianos, o Sistema Fieg marca presença em quase 80% deles (196 cidades) apenas com cursos e atividades nas áreas de educação, saúde, lazer e responsabilidade social. Informações como estas constam na publicação.
(João Nascimento, jornalista)