Polícia faz novas prisões em caso de jovem morta durante salto de rope jumping
Aline Drumond - Estágio DM
Publicado em 20 de junho de 2026 às 15:37 | Atualizado há 1 hora
Caso da jovem que morreu durante a prática de rope jumping segue sob investigação da Polícia Civil | Foto: Reprodução
A Polícia Civil prendeu mais três pessoas suspeitas de envolvimento na morte de uma jovem durante a prática de rope jumping, modalidade de salto realizada com cordas, em uma área turística. As novas prisões fazem parte do avanço das investigações sobre o acidente que provocou grande repercussão e levantou questionamentos sobre as condições de segurança oferecidas na atividade.
Os mandados foram cumpridos após a apuração identificar possíveis responsabilidades de integrantes da organização do evento e de pessoas ligadas à execução do salto. De acordo com os investigadores, as prisões têm relação com supostas falhas nos protocolos de segurança adotados durante a atividade.
A vítima morreu após um salto que terminou de forma trágica. Desde o ocorrido, a Polícia Civil passou a reunir depoimentos, imagens, laudos periciais e documentos relacionados à organização do evento para esclarecer as circunstâncias do caso e identificar eventuais responsáveis.
As autoridades também analisam se os organizadores possuíam autorizações necessárias para a realização da atividade, além de verificar se os equipamentos utilizados atendiam às exigências de segurança previstas para a prática do esporte.
Investigação apura falhas na segurança do salto
Segundo a Polícia Civil, as novas prisões representam um desdobramento das investigações iniciadas logo após o acidente. Os suspeitos poderão responder por crimes relacionados à morte da jovem, dependendo da conclusão do inquérito.
Os investigadores buscam determinar se houve negligência, imprudência ou descumprimento de normas técnicas durante a preparação e execução do salto. A perícia também avalia as condições dos equipamentos utilizados e a atuação das pessoas responsáveis pela atividade no momento do acidente.
O caso gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a fiscalização de esportes de aventura e atividades radicais realizadas em áreas turísticas. Especialistas destacam a necessidade de protocolos rígidos de segurança, treinamento adequado das equipes e manutenção periódica dos equipamentos.