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Próximo teste: a espera

Redação DM

Publicado em 25 de janeiro de 2022 às 13:31 | Atualizado há 2 anos


Lorena, que prestou para Direito e, no futuro, pretende ser delegada

Enquanto espera o resultado do Enem, a estudante não está perdendo tempo: em breve deve entrar para um curso de segurança pública, para ajudá-la no concurso da Polícia Civil. “Desde pequena assisto documentários policiais e isso me inspirou a querer fazer a diferença na sociedade”, explica ela que completou o ensino médio no Colégio Estadual Tetônio Vilela, no setor Vera Cruz 2.

Ansiedade
Já a estudante Marianne Gonczarowska, de 17 anos, que fez o ensino médio no Colégio Planeta, em Goiânia, tem criado diversas estratégias para conter a ansiedade. “Para melhorar o estresse pelo resultado, estou frequentando a academia. Ano passado, com a prova chegando, deixei de lado. Agora estou focando em cuidar da mente e do corpo para focar em uma nova fase da minha vida”, conta.

Na correção do gabarito oficial, marcou 120 pontos. Porém, como o exame segue o sistema de correção chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI), o gabarito pode não trazer uma noção exata do resultado. O modelo prioriza a coerência entre as respostas dos estudantes. “Tendo como base o TRI e o ponto de corte a gente pode se enganar quanto a nossa pontuação. Por isso estou tão nervosa”, afirma.



Marianne tem feito academia e até estudado para aliviar a tensão

Porém, será conter a própria ansiedade e a dos futuros pacientes o que a estudante pretende aprender nos próximos anos. Ela quer cursar psicologia na UFG, tendo em vista que nessa época de pandemia, as enfermidades psicológicas acometeram grande parte da população. “Sinto que posso ajudar fazendo a minha parte”.

Enquanto não entra no Campus Samambaia, Marianne aproveita o tempo livre para já se preparar para as aulas. A jovem tem até antecipado os estudos de algumas disciplinas do curso, a exemplo de neurociência. “Sou inquieta e não consigo ficar parada por muito tempo, assim como eu, vi muitos outros estudantes que também ficaram perdidos após a prova”, diz.

Volta por cima
Por sua vez, a estudante Nathalia Rodrigues, 18 anos, que deseja cursar engenharia civil, também na UFG, acredita que esse ano irá superar os desafios que teve ano passado. Com 550 pontos, quantia necessária para entrar no curso almejado, por insegurança, resolveu prestar o Enem para uma profissão que achou que estava mais fácil. Mas não deu certo.

“Fiquei um pouco frustrada porque se eu tivesse deixado o curso que realmente queria, teria entrado. Agora é esperar dia 11 de fevereiro. Mas acredito que eu saí melhor que antes”.

Enquanto espera, não parou de estudar para outros vestibulares, ela vai prestar Direito na Universidade Estadual de Goiás (UEG), no dia 13 de fevereiro. “Assim que passar os vestibulares, pretendo também procurar um emprego”, revela.



Tem alunos vivendo em contagem regressiva para o próximo dia 11 de fevereiro. Essa é a data prevista para sair resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A prova dá acesso às universidades públicas e privadas através de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade Para Todos (Prouni). Sendo assim, milhares de estudantes aguardam ansiosos o resultado das provas que vão definir o início da carreira profissional.

A estudante Lorena Souza, de 19 anos, persegue o sonho de se tornar delegada. Logo, almeja a faculdade de Direito. “Se eu conseguir passar e entrar pelo Sisu pretendo estudar na Universidade Federal de Goiás (UFG). Caso contrário, penso mirar em alguma faculdade particular de Goiânia”, conta ela que, pela correção do gabarito, notou que não saiu bem nas matérias de exatas. Porém aguarda o resultado da redação, que vale de zero a mil e interfere no resultado final.



Lorena, que prestou para Direito e, no futuro, pretende ser delegada

Enquanto espera o resultado do Enem, a estudante não está perdendo tempo: em breve deve entrar para um curso de segurança pública, para ajudá-la no concurso da Polícia Civil. “Desde pequena assisto documentários policiais e isso me inspirou a querer fazer a diferença na sociedade”, explica ela que completou o ensino médio no Colégio Estadual Tetônio Vilela, no setor Vera Cruz 2.

Ansiedade
Já a estudante Marianne Gonczarowska, de 17 anos, que fez o ensino médio no Colégio Planeta, em Goiânia, tem criado diversas estratégias para conter a ansiedade. “Para melhorar o estresse pelo resultado, estou frequentando a academia. Ano passado, com a prova chegando, deixei de lado. Agora estou focando em cuidar da mente e do corpo para focar em uma nova fase da minha vida”, conta.

Na correção do gabarito oficial, marcou 120 pontos. Porém, como o exame segue o sistema de correção chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI), o gabarito pode não trazer uma noção exata do resultado. O modelo prioriza a coerência entre as respostas dos estudantes. “Tendo como base o TRI e o ponto de corte a gente pode se enganar quanto a nossa pontuação. Por isso estou tão nervosa”, afirma.



Marianne tem feito academia e até estudado para aliviar a tensão

Porém, será conter a própria ansiedade e a dos futuros pacientes o que a estudante pretende aprender nos próximos anos. Ela quer cursar psicologia na UFG, tendo em vista que nessa época de pandemia, as enfermidades psicológicas acometeram grande parte da população. “Sinto que posso ajudar fazendo a minha parte”.

Enquanto não entra no Campus Samambaia, Marianne aproveita o tempo livre para já se preparar para as aulas. A jovem tem até antecipado os estudos de algumas disciplinas do curso, a exemplo de neurociência. “Sou inquieta e não consigo ficar parada por muito tempo, assim como eu, vi muitos outros estudantes que também ficaram perdidos após a prova”, diz.

Volta por cima
Por sua vez, a estudante Nathalia Rodrigues, 18 anos, que deseja cursar engenharia civil, também na UFG, acredita que esse ano irá superar os desafios que teve ano passado. Com 550 pontos, quantia necessária para entrar no curso almejado, por insegurança, resolveu prestar o Enem para uma profissão que achou que estava mais fácil. Mas não deu certo.

“Fiquei um pouco frustrada porque se eu tivesse deixado o curso que realmente queria, teria entrado. Agora é esperar dia 11 de fevereiro. Mas acredito que eu saí melhor que antes”.

Enquanto espera, não parou de estudar para outros vestibulares, ela vai prestar Direito na Universidade Estadual de Goiás (UEG), no dia 13 de fevereiro. “Assim que passar os vestibulares, pretendo também procurar um emprego”, revela.


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