Brasil

Que cargo eles pediram?

Redação DM

Publicado em 17 de abril de 2016 às 02:16 | Atualizado há 1 ano

“Se a presidenta(e) foi eleita pelo povo, então bastaria um plebiscito: sim ou não” Corretíssimo! Um plebiscito é o que seria justo, mas, esse jogo de interesses movido à propina, não! Vamos ao plebiscito, gente! Da premissa de Tiririca: “Pior do que tá, não fica!”, eu discordo! Fica sim, sempre dá-se um jeito de piorar! Anteontem, políticos amigos de Temer foram à casa dele e fizeram orações. Que cargos eles teriam pedido a Jesus? (Maria Júlia Franco, via e-mail)


 

Falando sobre o Temer

Michel

“Desculpa, Google, [mas] ele (o Michel Temer) é o pizzaiolo da Lava Jato. Ele é o homem que barrou a reforma política, ele é alguém que não representa ninguém a não ser a si mesmo e seus sócios no poder. E se o Temer já é ruim, imagina se ele se tornar presidente. O Temer do Temer é o Cunha.” Comediante Gregório Duduvier, em stand-up


 

Marcha da insensatez

Leonardo

O PSDB, com ou­tros, ar­ti­cu­la um gol­pe par­la­men­tar que re­no­va a tra­gé­dia po­lí­ti­ca bra­si­lei­ra, co­mo foi com Var­gas e com Jan­go, cul­mi­nan­do com a di­ta­du­ra mi­li­tar. No lu­gar dos tan­ques e das bai­o­ne­tas, fun­cio­nam as tra­moi­as. Que­rem ocu­par o Es­ta­do pa­ra re­a­li­zar seu pro­je­to pri­va­tis­ta e an­ti­na­ci­o­nal. Se ocor­rer uma con­vul­são so­ci­al, os gol­pis­tas se­rão seus prin­ci­pa­is res­pon­sá­veis. Não po­de­mos per­mi­tir que a tra­gé­dia no­va­men­te se con­su­ma.  (Leonardo Boff, teólogo e escritor)




“Governo ruim, se a gente não gosta, passa ligeiro. Democracia, não!” Ciro Gomes


O Temer e o Cunha

É sur­re­al. De qual­quer for­ma, te­nho cer­te­za, a ver­da­de tar­da, mas não fa­lha. Vai che­gar a ho­ra do jul­ga­men­to de­le, Eduardo Cunha. Se a gen­te quer de fa­to mu­dar es­te Pa­ís, o Cu­nha pre­ci­sa ser ex­tir­pa­do do ce­ná­rio político.  (Júlio Camargo, delator de Eduardo Cunha, em entrevista a uma revista)


O maior beneficiário

O PMDB é o prin­ci­pal be­ne­fi­ciá­rio do im­pe­achment de Dil­ma Rous­seff.

Se­gue a vo­ca­ção: dei­xar de ser go­ver­no pa­ra con­ti­nu­ar a ser go­ver­no. Des­ta vez, com o au­xí­lio pres­ti­mo­so das opo­si­ções. Te­mer, Cu­nha e Cia agra­de­cem, co­mo­vi­dos.

E a po­pu­la­ção se tor­na ju­bi­lo­sa com o fim da cor­rup­ção e, cla­ro, da Ope­ra­ção La­va­ja­to, que, com o PT fo­ra do po­der, não te­rá mais ra­zão de ser. (Luiz Signates, cientista político, no seu facebook)

 

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