Brasil

Seleção Brasileira de milionários se reúne para uma “pelada” nos EUA

Redação DM

Publicado em 17 de junho de 2016 às 01:45 | Atualizado há 10 anos

Selecionáveis que compõem o “time” do Brasil, chegaram aos Estados Unidos par a copa América sem o mínimo de desejo de jogarem futebol. Todos já de férias de seus respectivos clubes, maioria (Europa) queriam tudo nesse mês de junho, menos jogar futebol.

Todos são milionários, homens que não  preocupam com nada além do presente, pois o futuro já está garantido “que se danem os babacas” (frase que Neymar publicou em rede social após eliminação dos milionários) essa frase dever ser refletida pelos “sofridos” que ficam aplaudindo e torcendo no estádio ou diante a  televisão, ouvindo asneiras do Galvão Bueno ou do Casa Grande!

Os jogadores da seleção atual e dos últimos anos, tiveram sorte na vida, se dedicaram e conseguiram salários astronômicos, alguns saíram cedo do país e não possuem nenhuma identidade com a galera do Brasilzão, mas seus familiares aqui residem, portanto possuem o DNA do Morro o DNA do samba.

Mas acho que deveriam ter ao menos respeito com a camisa que vestem “Amarelinha”, e lembrarem de quem já á vestiu, e vestiu com orgulho e garra.

A camisa número 1 que foi do Félix, da número 2 que foi do Brito, camisa 3 que Piazza consagrou, da número 4 que Carlos Alberto honrou, a camisa 5 do Clodoaldo que cuidou dela com elegância, camisa 6 do Marco Antônio que foi fielmente defendida, da camisa 7 que Jairzinho mostrou ao mundo o significado de garra e compromisso com uma pátria, com respeito e muito talento que Gérson eternizou a número 8, a número 9 foi de Tostão, um homem que mostrou como se joga futebol com seriedade e arte ao mesmo tempo. A eterna camisa 10 do rei do futebol, o 10 que metia medo em qualquer seleção do mundo foi eternizada por Pelé, o manto de número 11 foi defendida e zelada pelo lendário Roberto Rivelino, a 16 do Everaldo, a 19 do Edú, a 20 do guerreiro Dadá Maravilha, a 21 do Zé Maria e a 22 do Leão.

Tudo que o Brasileiro pede hoje é respeito pelo que os grandes jogadores fizeram pelo Brasil, cinco títulos mundiais e uma dezena de vice e terceiro lugares.

Mas o que dá pra notar é que estão mesmo afim de jogar a seleção no ridículo do futebol, mostrando assim que não somente somos desorganizados no contexto político mas em todo seguimento inclusive o futebol. Lembrando que somenteo técnico da seleção todo dia 20 de cada mês, recebe cerca de 800,000,00 oitocentos mil reais. Mil salários minimo todo mês.

Onde éramos respeitados pelo patriotismo e envolvimento da nação com a seleção Brasileira de futebol, hoje em dia a seleção não é nem noticia mundo afora, nem quando é eliminada precocemente de uma competição, isso é assustador.

Está acontecendo durante o mês de Junho a Eurocopa na França, vejo os jogos, fica evidente o comprometimento que cada jogador oferece á sua seleção, e todos esses jogadores são companheiros de clube dos atletas que defendem a Seleção Brasileira, sendo, assim, a tese que os jogadores da Seleção Brasileira estão cansados e não conseguiram jogar, não dá pra engolir, eles querem é festa e festa, nada de Seleção Brasileira!

Deixando a cambada de preguiçosos milionários de lado,  vamos falar da outra cambada também milionária,que são os chefões da tão poderosa (CBF) alguns sob custódia, outros, o futuro lhes reservam um destino nada diferente dos enjaulados.

Esbanjando dinheiro com imóveis no Brasil, Europa e nos Estados Unidos, voando pra lá e pra cá com jatos particulares, cada qual com sua “modelo a tiracolo” sempre ao menos 50 anos mais jovem que os mandatários, desfilam por aí torrando o dinheiro e o saco dos brasileiros.

Os metralhas da CBF possuem até mesmo um deputado para defender as mazelas por ele cometidas na viúva (CBF), pagam salário ao deputado, que recebe além do Governo, também da cúpula da (CBF), o mesmo valor que recebe no final do mês em Brasília. deputado federal Vicente Cândido (PT-SP) admitiu que recebe salários da CBF para o seu cargo de diretor de Assuntos Internacionais. (Segundo ele, os vencimentos são quase iguais ao que recebe como parlamentar – que são de R$ 33,7 mil. O petista é um dos membros da bancada da bola e não vê problemas em defender os interesses da entidade máxima do futebol brasileiro na Câmara dos Deputados).

Quando vamos ter pessoas que possuem caráter em Brasília defendendo nossos direitos e legislando em prol de um país melhor? Quando vão levar a sério o esporte no Brasil?

Sabemos que os caminhos para acabar com desigualdade social, analfabetismo, acabar com as filas em  hospitais públicos, acabar com a evasão escolar e diminuir severamente a violência tem que alavancar o esporte, olhar com carinho para essa questão, aliar o esporte as faculdades, como nos países de primeiro mundo, caso a pessoa não tenha talento para o esporte, ela terá um diploma e consequentemente uma profissão.

Mas quem devia dar exemplo era a seleção Brasileira de futebol, infelizmente esses caras não são exemplo para ninguém!

 

(André Júnior – membro UBE – União Brasileira de Escritores Goiás – [email protected])

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