Vem dançar! – benefícios da dança do ventre
Redação DM
Publicado em 8 de dezembro de 2016 às 02:01 | Atualizado há 10 anosA dança do ventre teve origem na época do Antigo Egito, mas por ser um evento visual, não existem documentos suficientes para comprovar o local exato da sua origem. A dança está relacionada com a música e a cultura árabe, visto que há elementos antigos e fortes da raiz do Oriente Médio, muito presente em eventos como casamentos, noite de núpcias. Com a expansão por vários países do Oriente Médio, começou a adquirir elementos culturais, mas a essência da sensualidade foi preservada. A difusão para o Ocidente veio basicamente da tradução das histórias de mil e uma noites.
Os benefícios desta modalidade seriam: por utilizar muitos músculos causa a alta queima de calorias, o aumento da circulação sanguínea e da capacidade respiratória, proporciona a correção da postura, auxilia no desenvolvimento da coordenação motora e melhora o eixo de equilíbrio, estimula a dieta saudável para poder proporcionar um corpo com curvas delicadas, melhora a autoestima, desperta a feminilidade, desenvolvimento da agilidade mental e a concentração, estimula a criatividade, alivia o estresse.
Proporciona elevação dos seios, diminui a barriga e a deixa chapada, arredonda o quadril e os glúteos, tonifica os músculos da coxa e panturrilha, enrijecimento e flexibilidade da musculatura, alivia os sintomas de menopausa, diminui as cólicas menstruais, auxilia no melhoramento das funções dos sistemas digestório e urinário. Os movimentos ondulatórios no abdômen promovem uma massagem nos órgãos internos como o útero, maior irrigação sanguínea na região pélvica, consequentemente proporciona um maior equilíbrio e prazer na atividade sexual, facilitando contrações e dilatações. O trabalho localizado na região do períneo, controlando esfíncteres e prevenindo problemas de incontinência urinária na terceira idade.
Para as gestantes é indicado esta modalidade física pelo motivo de ser de baixo impacto, podendo ser executada sem causar prejuízos por apresentar movimentos suaves e sem tensão, proporciona um preparo do organismo para o trabalho de parto, prepara o assoalho pélvico para o momento de expulsão do bebê, promove um auxilio para o funcionamento dos intestinos evitando as constipações, diminui a possibilidade de depressão pós-parto e ansiedade, proporciona para o bebê a possibilidade de entrar em posição com maior suavidade.
(Gabriela Eiras Ortoni. Acadêmica de enfermagem 8º período e integrante da LASM – FESGO / Lorena Gonçalves Leal. Docente do curso de enfermagem e coordenadora da LASM – FESGO)