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Vídeo: Pastor afirma que beija filho “para não virar gay” e gera repercussão

Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 19:44 | Atualizado há 3 meses

Parte do público classificou a fala como preconceituosa e sem respaldo científico
Parte do público classificou a fala como preconceituosa e sem respaldo científico

Um pastor evangélico afirmou que beija o filho de 8 anos na boca “para ele não virar gay”. A declaração circulou nas redes sociais e provocou forte reação entre internautas, líderes religiosos e defensores dos direitos humanos. O religioso sustentou que a prática representaria uma forma de “fortalecer a identidade masculina” da criança.

A igreja da Lagoinha, ligada ao ministério liderado por Igreja Batista da Lagoinha e pelo pastor André Valadão, concordou com o posicionamento apresentado. A manifestação ampliou a repercussão do caso e colocou o tema no centro do debate público entre fiéis e críticos da instituição.

Parte do público classificou a fala como preconceituosa e sem respaldo científico. Especialistas em psicologia e sexualidade destacam que orientação sexual não se define por demonstrações de afeto na infância. Já apoiadores do pastor defenderam o discurso sob argumento de liberdade religiosa e autonomia familiar.

Juristas apontaram que declarações públicas com teor discriminatório podem configurar violação de direitos fundamentais. Organizações de defesa da população LGBTQIA+ cobraram posicionamento mais claro de lideranças religiosas e reforçaram a necessidade de combate à desinformação sobre sexualidade.

O episódio reacendeu discussões sobre os limites entre crença pessoal, liberdade de expressão e responsabilidade social de líderes religiosos. O caso permanece em debate nas redes e em comunidades evangélicas de todo o país.

Foto e Vídeo: @plocsocial


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