Cidades

Comerciante é preso suspeito de molestar mais de 10 funcionárias

"Uma das funcionárias relatou um episódio em que ele se trancou com ela no escritório, tentou tirar a roupa dela e manter relações sexuais", explica Leyton Barros

diario da manha
Foto: PC

Um comerciante da cidade de Piracanjuba no sul do estado, foi preso temporariamente suspeito de assédio, importunação sexual e tentativa de estupro contra mais de 10 funcionárias do estabelecimento comercial do qual é proprietário.

Responsável pelas investigações o delegado Leylton Barros conversou rapidamente com a equipe do DM Online por telefone e confirmou o cumprimento do mandado de prisão contra o empresário.

“Uma ex-funcionária tomou coragem e esteve na delegacia para narrar os fatos. A partir da denúncia começamos a investigar e encontramos outras vítimas que confirmaram as denúncias contra o comerciante”, explica o delegado.

Funcionárias eram molestadas pelo comerciante preso durante o expediente

Conforme o delegado os crimes eram praticados durante o expediente de trabalho. Leyton Barros afirmou que os crimes ocorriam durante o expediente de trabalho e que o empresário falava de forma involuntária, tocava nas vítimas, abraçava elas por trás e fazia brincadeiras de cunho sexual.

“Uma das funcionárias relatou um episódio em que ele se trancou com ela no escritório, tentou tirar a roupa dela e manter relações sexuais”, explica Leyton Barros.

Segundo o delegado até o momento 10 pessoas foram ouvidas, mas o número de vítimas pode ultrapassar 20. Leylton Barros afirmou que outras 12 pessoas vão ser ouvidas pela equipe policial agora pela manhã na delegacia.

Leylton Barros informou a reportagem que o empresário pode pegar até sete anos de prisão, no caso de constatado os crimes, e no caso de estupro a pena pode passar dos 16 anos de reclusão.

Além da prisão do comerciante, a equipe policial também apreendeu no estabelecimento comercial equipamentos eletrônicos, que vão ser periciados para identificar elementos relacionados as práticas criminosas do empresário. O dono do estabelecimento comercial é primário e se encontra preso na unidade prisional de Piracanjuba.

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