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Jovem mata rapaz para pagar dívida com facção, diz PC

De acordo com a Polícia Civil, a ordem de execução veio do líder de uma facção criminosa do setor Jardim Califórnia

diario da manha
Foto: Sílvio Túlio/Polícia Civil/Divulgação

Jovem identificado como Paulo Felipe Lopes Gonçalves da Fonseca, de 22 anos, está preso. A conclusão feita através das investigações da Polícia Civil, é que Paulo foi o responsável por cometer um homicídio que ocorreu em abril desse ano. A vítima era Gabriel Felipe Matos dos Santos, de 19 anos, que foi atingido por sete tiros.

De acordo com a PC, o motivo do homicídio foi uma dívida de R$ 700 que Paulo tinha com uma facção do setor Jardim Califórnia. O crime ocorreu neste mesmo setor, em frente a porta da casa da vítima. Gabriel tinha estava saindo para comprar cigarro e possivelmente, já estaria sendo vigiado pela facção.

Para pagar a dívida com a facção, Paulo tinha que matar o jovem Gabriel Felipe e a ordem de “eliminação” foi dada pelo líder do grupo criminoso, Fernando Alves Pimentel, que comanda o crime na região do Jardim Califórnia. O líder da facção está preso desde o mês de junho desse ano, e segundo a Polícia ele tinha uma problemas pessoais com a vítima. A PC não informou quais eram esses problemas.

A vítima, conforme apuração feita pela PC, era usuário de drogas. Porém, não se tem nenhuma prova que confirme uma suposta ligação do jovem com a facção criminosa. Além de ter a dívida quitada, foi prometido ao atirador, um espaço maior dentro da facção. Sem advogado até o momento, Paulo Felipe diz não ter cometido o crime, mas os policiais disseram que em depoimento, o suspeito confessou a autoria do homicídio.

Família de jovem compareceu na delegacia para agradecer a Polícia

A família do jovem Gabriel, vítima do homicídio, esteve na delegacia responsável pelo caso para agradecer o trabalho feito pela Polícia Civil. O grupo levou uma faixa e bateu palmas no momento em que os policiais passaram com Paulo Felipe algemado.

A mãe de Gabriel, Cláudia Paes dos Santos, conta que viu o filho sendo morto e que sabia que o jovem era usuário de drogas, porém nunca participou de nenhum grupo criminoso. “É um sensação gratificante e de alívio. Não desejo isso para ninguém. Eu presenciei o crime. Ele saiu para comprar cigarro e já estava sendo vigiado”, disse Cláudia.

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