Cidades

Governo avalia cenário para retomada das aulas presenciais em agosto

Seduc definiu o cronograma para volta de dois grupos de estudantes. Critérios para evitar a disseminação por coronavírus vão ser atendidos

diario da manha

O governo de Goiás avalia a volta da atividades escolares, que desde março tiveram suas aulas presenciais suspensas, por decreto que tem por consequência controlar a expansão de casos de coronavírus através do distanciamento social. A rede particular aguarda um aval do governo para retomar em 3 de agosto. De pronto a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) definiu um cronograma para seus alunos.

De acordo com a Seduc, a partir de 3 de agosto, voltaram às escolas os estudantes que não têm acesso à internet. Para 24 de agosto está agendado o início para alunos do 3º ano do ensino médio. Ainda não há definição da Seduc para o retorno dos outros estudantes.

As turmas com datas já estabelecidas carecerão acompanhar as seguintes normas:

  • Limite de 20 estudantes por dia na mesma sala de aula;
  • Escalonamento dos alunos: presença de cada um é permitida, no máximo, uma vez por semana;
  • Distância de 1,5 m entre as carteiras nas salas de aula;
  • Fornecimento de máscaras e álcool gel nas escolas.

A secretária estadual de Educação, Fátima Gavioli, reiterou que mesmo com os cuidados aplicados, os alunos poderão escolher entre frequentar ou não as aulas presenciais.

“A orientação e que as aulas remotas se estendam até o fim da pandemia, além do mais, o que nós queremos é preservar um percentual presencial, mas toda a estrutura mesmo, de 70 a 80%, vai permanecer atuando de forma remota”, explica.

Rede Municipal de Goiânia

O Órgão da Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) comunicou que “a retomada das aulas presenciais carece da situação do quadro epidemiológico e instruções das autoridades sanitárias responsáveis”.

Ainda reforçou que viabiliza uma pesquisa de canários para uma ” suposto reinicio no segundo semestre” e que, por isso, já iniciou o processo de “adequação de suas instituições, independente de um período confirmado para volta”.

*Com informações do G1

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