Cidades

Mais de um milhão de goianos correm mais risco com a Covid-19

Levantamento foi feito pela UFG e FioCruz e levou em consideração as comorbidades existentes e a faixa etária dos pacientes

diario da manha
Foto: Reprodução

Uma porcentagem da população goiana possuí alguma característica que contribui para os casos graves da Covid-19 que além de precisar de internação, pode chegar a morte devido a infecção. Os dados são de uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Instituto Oswaldo Cruz (FioCruz).

O total de goianos que podem ser afetados pelo novo coronavírus, e desenvolver casos graves da Covid-19 chega a 1,8 milhão. Os dados foram levantados durante uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Goiás e o Instituto Oswaldo Cruzo (FioCruz).

A pesquisa apontou que as pessoas mais vulneráveis nesse quesito são as que já possuem comorbidades cardiopatas, Câncer, Hipertensão, diabetes, doenças respiratórias ou tiveram um acidente vascular cerebral (AVC).

Levantamento apontou a quantidade infectados com Covid-19 mortos em Goiás que tinham outras comorbidades

Conforme a publicação dos 1.295 mortos pela doença registrados até a noite da última quinta-feira (23) ao menos 498 eram doentes cardiovasculares, o equivalente a 38,45% dos mortos pela doença em Goiás. Ao somar com outros casos como diabetes e outras doenças esse número salta para 79,7% das mortes pela doença no estado, outro ponto apontado é que mais de 70% dos mortos pela Covid-19 em Goiás tinham mais de 60 anos.

Os dados que fazem referência a Goiás levaram em consideração também um artigo publicado pelo Ministério da Saúde, após um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) que mostra essas doenças no público adulto pelo país.

Com base nessas referências, uma vez que as crianças não são tão afetadas pela Covid-19, o levantamento mostra que em Goiás esse número pode chegar a 34,4% da população com fatores de riscos para complicações ou casos mais graves em virtude da infecção provocada pelo novo coronavírus.

*Com informações do O Popular

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