Cidades

Em Goiânia, homem é suspeito de matar amigo por ciúmes da ex-mulher

A vítima ainda tentou fugir, mas bateu o veículo contra um poste. De acordo com Rodrigo, irmão da vítima, há 15 dias antes do crime, Raniel tinha sofrido ameaças por parte do amigo

diario da manha

No último domingo (21), o administrador de condomínio Raniel da Silva Siqueira, 31 anos, foi morto a tiros após baleado dentro do próprio carro, no setor Jardim Novo Mundo, em Goiânia. A vítima ainda tentou fugir, mas bateu o veículo contra um poste. De acordo com relatos da família, o suspeito do crime é um amigo de Raniel, que já teria ameaçado a vítima após descobrir que ele estava tendo um caso com a ex-mulher dele.

Segundo a Polícia Militar, eles foram acionados de inicio para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito. Porém, de acordo com a corporação, ao chegar a local, testemunhas relataram que antes da vítima bater o veículo contra o poste, ele tinha sido baleado.

Carro da vítima que colidiu com um poste – Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Segundo o irmão da vítima, Rodrigo Siqueira, o suspeito pelo crime se trata de Rogério Gonçalves de Paula, amigo de Raniel ha mais de 10 anos. Segundo a polícia o crime foi por motivo passional, onde há poucos meses, a vítima, Raniel reatou o namoro com uma mulher com quem o amigo já tinha tido um relacionamento.

De acordo com Rodrigo, irmão da vítima, há 15 dias antes do crime, Raniel tinha sofrido ameaças por parte do amigo. “Ele (Raniel) não foi à delegacia prestar queixa contra amigo, pois ele não acreditava que, por eles serem amigos, o Rogério fosse fazer algum mal contra ele”, disse o irmão.

De acordo com a delgada Caroline Mattos, da Delegacia de Investigação de Homicídios, ainda não existe um mandato de prisão contra o autor do crime, Rogério. E até às 13h desta quarta-feira (24), o suspeito ainda não havia se apresentado a corporação.

“Conforme as investigações, que estão em andamento, o suposto autor já teria proferido ameaças em desfavor da vítima. A Polícia Civil foi acionada, foram requisitadas as perícias de local e de exame cadavérico”, disse a investigadora.

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