Cidades

Sindicatos temem caos na segurança e limpeza com a falta de ônibus

Diante da possibilidade de paralisação do transporte coletivo sindicatos fazem apelo às autoridades

diario da manha
Foto: Reprodução

Neste sábado (6), os presidentes do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Goiás (Sindesp), Ivan Hermano Filho e do Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Urbana e Terceirização de Mão-de-Obra do Estado de Goiás (Seac), Edgar Segato, fizeram um alerta do risco que a paralisação do transporte público coletivo representa para os serviços.

De acordo com Edgar Segato, a possível suspensão do transporte coletivo também coloca em risco de paralisação o serviço de limpeza em bancos, hospitais e condomínios.

“Pedimos a conscientização das autoridades para que não parem o transporte público metropolitano. Por uma razão simples: para que um hospital possa funcionar adequadamente, um dos quesitos essenciais é que haja segurança privada. E os trabalhadores não conseguirão chegar nos locais de prestação de serviço se transporte público estiver parado”, disse.

Já o Sindesp, fez o apelo às autoridades para que reconsiderem a ideia de paralisar o transporte público e que permitam que os vigilantes cheguem aos locais que precisam chegar para manter a ordem e a paz, a tranquilidade e a segurança dos estabelecimentos.

Serviços essenciais dependem dos trabalhadores

“Nós precisamos dos vigilantes nos hospitais, nos condomínios, nas empresas, nos órgãos públicos em que eles trabalham, ao longo de todo o estado. E uma das formas principais de locomoção, principalmente na região metropolitana, é o transporte público”, defende Ivan Hermano.

Para ele, sendo a segurança privada essencial é preciso possibilitar que os trabalhadores se desloquem até o local da prestação de serviço para que ela aconteça. “Pedimos esse apoio das autoridades em nome de todos os milhares de trabalhadores da área”.

Em nota, o Seac argumenta que eles representaram mais de 30 mil trabalhadores considerados essenciais. “São trabalhadores terceirizados, que prestam serviço em hospitais, condomínios residenciais e comerciais, bancos. São serviços que não podem parar e não podem funcionar sem esses trabalhadores”, diz o documento.

Conforme a nota, os representantes concordam com medidas que venham contribuir com a melhora e para redução dessa pandemia, mas gostariam que os ministérios Público do Trabalho, Público Estadual, Comitê de Enfrentamento, e Secretaria Estadual de Transporte e Mobilidade exigissem um acompanhamento do transporte público para que ele possa ser feito de forma correta sem prejudicar os trabalhadores.

Confira os vídeos abaixo:

Comentários