Cidades

Polícia faz retrato falado de suspeito de estuprar jovem em Trindade

Segundo a delegada Cássia Borges, que conduz a investigação, a imagem produzida pela polícia tem semelhança de 80% em relação à fisionomia do suposto agressor, conforme relato da vítima

diario da manha
Retrato falado do suspeito de estupro de jovem em Trindade - Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Nesta quarta-feira (19) a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem suspeito de tentar estuprar uma jovem de 19 anos no setor Maysa 2, em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia.

De acordo com a investigação, o homem abordou a jovem na madrugada de sábado (15) no momento em que ela se deslocava para o trabalho. O suspeito fugiu quando moradores ouviram gritos de socorro e saírem para ajuda-la.

Segundo a delegada Cássia Borges, que conduz a investigação, a imagem produzida pela polícia tem semelhança de 80% em relação à fisionomia do suposto agressor, conforme relato da vítima.

Para fazer o retrato falado, a vítima descreveu o suspeito sendo um homem moreno, altura de 1,82 metro, magro e com idade entre 30 e 40 anos.  No momento, ele usava um agasalho cinza, bermuda vermelha, boné claro e tênis.

”Ele estava andando com uma garrafa de bebida na mão, por volta de 5h”. A vítima contou muitos detalhes sobre a fisionomia dele e, por isso, acionamos a área científica para fazer o retrato falado”, disse a delegada.

O caso

A jovem foi abordada na Avenida Araguaia, no Setor Maysa 2, em Trindade. De início, o suspeito pediu o celular da vítima e ela se recusou a entregar. Após isso, ele tentou agarrá-la e passou a mão no corpo dela. Moradores da região ouviram os gritos de socorro e intimidaram a ação do homem, segundo a polícia.

”Tentei arranhar, beliscar, fazer o que podia para que me soltasse. Os carros passando, sabe, não deram a mínima, e eu gritando desesperada. Tentei entrar na frente de um carro, mas não adiantou. Eu já estava sem forças”, relata a jovem.

Após o ocorrido, a jovem disse que pediu demissão do seu trabalho por medo de ser abordada novamente.

”Minha mãe pediu para que eu não fosse mais trabalhar, meus familiares também falaram que não é para eu ir, então tive que pedir demissão, por mais que eu esteja precisando”, disse.

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