Cidades

Funcionária de padaria conta que atendeu Lázaro Barbosa, em Cocalzinho de Goiás

Segundo relato da mulher de 32 anos, o homem pediu salgadinhos e, quando percebeu que havia sido reconhecido, fugiu

diario da manha
Foto: Reprodução

Uma funcionária de uma panificadora da cidade de Cocalzinho de Goiás, que não quis ter sua identidade revelada, contou que atendeu Lázaro Barbosa, que está há 18 dias foragido da força-tarefa policial.

Segundo relato da mulher de 32 anos, o homem pediu salgadinhos e, quando percebeu que havia sido reconhecido, fugiu.

”Foi muito rápido e ele estava nervoso. Ele tá bem diferente, está mais magro, está mais moreno, o cabelo está um pouco grande, mas ele ‘lambeu’ ele para trás”, relata a funcionária.

A mulher também relatou como era a roupa que ele estava usando: ” Blusa de frio, azul escuro ou verde escuro. Calça jeans cinza e sapato social, só que cheio de poeira e o cabelo como se tivesse acabado de tomar um banho”, afirmou.

”Ele chegou e falou muito baixo: ‘Quanto é o salgadinho?’. Aí eu falei: ‘Só um minutinho’. Eu olhei para trás, para a patroa e falei: ‘Nega, quanto que é o salgadinho?’. Quando ela olhou para ele, ela já afastou e percebeu que era ele”, contou a mulher.

Ainda segundo a funcionária, tentou ganhar tempo para que a proprietária da padaria chamasse a polícia, mas de acordo com ela, o suspeito percebeu e saiu.

A dona da padaria, Rosimeire Lopes Ferreira Costa contou que viu a funcionária apavorada após começar a atender um cliente.

”A gente estava organizando para fechar e ouvi que minha amiga recebeu uma pessoa. Vi que ele pegou salgadinho e ela ficou muito nervosa. Eu percebi o nervosismo dela, pálida. Quando eu saí, ele viu o desespero dela, jogou os saquinhos de salgadinhos e saiu”, relata a dona da padaria.

Ainda segundo a proprietária, a atendente ficou tão assustada que achou que ela pudesse precisar de atendimento médico. ”Minha amiga, achei que tinha que levar ela ao hospital, ela estava passando muito mal”, relata.

No total, são mais de 270 policiais envolvidos nas buscas há 18 dias, além de helicópteros e cães farejadores. Os profissionais enfrentam, entre várias dificuldades do trabalho, ataques de dezenas de carrapatos por terem que fazer buscas no meio da mata.

Leia também:

tags:

Comentários