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BRT em Goiânia terá ônibus automáticos, com ar-condicionado e menor impacto ambiental

Com investimento de R$ 4,5 milhões, seis veículos aguardam início da operação nas garagens das empresas. Veículos possuem 14 metros e capacidade total de até 102 passageiros

diario da manha
Foto: Divulgação

Ar-condicionado, capacidade para 102 passageiros no total, câmeras de segurança e automáticos. Estas são apenas algumas das características dos ônibus que serão utilizados nas linhas do Bus Rapid Transit (BRT) em Goiânia, quando a obra for concluída.

Seis veículos já estão na capital e aguardam, na garagem das respectivas empresas concessionárias do sistema de transporte coletivo de Goiânia e região metropolitana, definição do poder público para início da operação no trecho que vai do Terminal Recanto do Bosque até a Rodoviária.

São três unidades pertencentes à empresa Viação Reunidas e outras três da Rápido Araguaia. Ao todo, inicialmente, o projeto do BRT contempla 28 veículos que atenderão à população no percurso.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Passageiros da Região Metropolitana de Goiânia (SET), os novos veículos possuem 14 metros de comprimento e sua capacidade máxima é de 102 pessoas, sendo 48 sentadas e 54 em pé.

Foto: Divulgação

Para se ter uma ideia, os ônibus convencionais que operam na Grande Goiânia hoje possuem 12 metros e capacidade para 75 passageiros no total, com 33 sentados e 42 em pé. Os novos veículos também possuem sistema de sonorização de paradas e sistema de CFTV interno (câmera de segurança).

O piso do veículo é no nível da plataforma do BRT, o que também vai facilitar e oferecer maior agilidade no embarque e desembarque passageiros, principalmente aos portadores de necessidades especiais.

Em estrutura, os ônibus do BRT contam com suspensão pneumática e câmbio automático, melhorando a qualidade de trabalho do motorista. O motor é Euro 5, com menor impacto ambiental, e sua localização é na traseira do veículo, propiciando menor ruído e calor interno.

Os chassis dos ônibus são da Mercedes Benz, enquanto a carroceria foi desenvolvida pela empresa Caio, localizada no município de Botucatu, interior de São Paulo. Cada um custou, em média, R$ 750 mil, totalizando um investimento, neste primeiro momento, de R$ 4,5 milhões.

As informações são do SET

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