Coronavírus

Lote com mais de 2 milhões de doses da Coronavac chegam a São Paulo

Essa é a terceira remessa de encomendas, a segunda de material pronto. A vacina ainda passa por análise e está na terceira fase de testes

diario da manha

Na manhã desta sexta-feira (18) o governador de São Paulo, João Doria, recebeu um lote com mais dois milhões de doses da vacina CoronaVac, enviado pela farmacêutica chinesa Sinovac. Por volta das 6h26, o avião que transportou o imunizante pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A vacina ainda passa por análise e está na terceira fase de testes. Antes de receber a autorização da Anvisa, a eficácia da CoronaVac precisa ser comprovada. Essa é a terceira remessa de encomendas, a segunda de material pronto. A estimativa do do Instituto Butantan, que produz a vacina em parceria com a Sinovac, é de que 46 milhões de doses do imunizante cheguem até o início do próximo ano.

Governo de SP recebe da China 2 milhões de doses da Coronavac- Foto: Reprodução/TV Globo

O Buntantan, recebeu no último dia 3, cerca de 600 litros de matéria-prima, o suficientes para produzir cerca de um milhão de doses da CoronaVac. Antes disso, 120 mil doses prontas já haviam chegado em 19 de dezembro.

O governador do estado esteve no local para acompanhar a chegada do imunizante, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

“Agora com a chegada desses 2 milhões, temos 3 milhões e 120 mil doses já em solo brasileiro sendo processada pelo Instituto Butantan”, disse Doria nesta manhã.

“Até 15 de janeiro teremos 9 milhões de doses prontas para uso. Então é a primeira vacina em solo nacional, a primeira vacina que está sendo produzida no Brasil e na América latina. E essa é a nossa função: trazer as vacinas para que elas possam ser usadas o mais rapidamente possível”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

Na tentativa de atingir o prazo de produção da vacina CoronaVac até janeiro, a fábrica do Butantan está funcionando 24 horas por dia e sete dias por semana na produção da Coronavac. Com isso, o instituto pretende produzir a capacidade máxima de um milhão de doses por dia.

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