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CORONAVÍRUS

Fornecedora de gás prevê crise no país

O presidente da Indústria Brasileira de Gases (IBG), Newton de Oliveira, disse que o Brasil irá reviver crise de Manaus. Pacientes da região que estavam com Covid-19 no início deste ano, morreram após faltar oxigênio no Estado. Newton alegou que se os índices de consumo de oxigênio continuarem subindo é provável que passemos pela mesma crise que o povo manauara.

Contudo, em entrevista ao Metrópoles, ele ainda afirmou que se a demanda continuar crescendo, vai faltar oxigênio ou vai faltar equipamentos para a entrega dos cilindros. Entretanto, ele ainda ressalva que se as medidas restritivas funcionarem e a vacinação seja acelerada, pode ser que o cenário dramático mude.

O aumento de casos de Covid-19 e a alta na taxa de hospitalizações, a capital do Amazonas entrou em colapso e sofreu com a escassez de oxigênio nos primeiros meses deste ano. Assim, em nível nacional, a média móvel de mortes causadas por Covid-19 no Brasil chegou a 1.525 nessa segunda-feira (8).

Contudo, esse é o 13º recorde seguido. Em comparação com o verificado há 14 dias, sofreu acréscimo de 40,7%, mostrando tendência de alta nos óbitos. Contudo, um boletim publicado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que 19 estados, incluindo o Distrito Federal, estão com a ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) destinados a pacientes com Covid-19 acima de 80%.

No último boletim, publicado pelo Observatório Covid-19, da Fiocruz, seis estados passaram a fazer parte dessa faixa crítica da ocupação de leitos. São eles: Pará, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Piauí.

Nesse sentido, o presidente da IBG avalia que o setor de gases começa a apresentar dificuldades não somente na produção de oxigênio hospitalar, que ajuda no tratamento da Covid-19, mas também no fornecimento de cilindros e pela falta de veículos de transporte.

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