Coronavírus

Cepa indiana: Nova variante do coronavírus é encontrada em Goiânia

A nova variante foi confirmada em uma paciente de 18 anos, moradora de Goiânia, que faz parte do grupo de 62 pessoas que tiveram amostras coletadas para a pesquisa

diario da manha
Foto: Reprodução / Google

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) confirmou a presença da variante Delta na capital, conhecida também como cepa indiana. Para a pasta, após ser registrado o caso, a variante já circula na capital. ” O fato reforça a necessidade de manter as medidas de segurança e atendimento às campanhas de vacinação”, disse a SMS de Goiânia por meio de nota.

A descoberta foi feita através do sequenciamento genético feito em parceria com a equipe de pesquisadores de um projeto que tem como objetivo mapear as variantes em todo estado.

A nova variante foi confirmada em uma paciente de 18 anos, moradora de Goiânia, que faz parte do grupo de 62 pessoas que tiveram amostras coletadas para a pesquisa.

A paciente apresentou sintomas leves de Covid-19, não precisou ser internada e contraiu a variante por meio de transmissão comunitária, quando ocorre dentro da própria cidade. Segundo informações da secretaria municipal de saúde, a paciente disse que não viajou e nem teve contato com pessoas de outros estados ou país.

Primeiro caso no Brasil

O Brasil registrou o primeiro caso da variante indiana do coronavírus no dia 20 de maio, quando na ocasião, o secretário de Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Carlos Lula, confirmou que a nova cepa foi identificada em um tripulante indiano a bordo de um navio atracado no litoral maranhense.

”A variante já estava presente em 51 países e aqui na América do Sul só estava presente na Argentina. O Brasil acaba sendo o segundo país da América do Sul com confirmação da cepa”, disse Carlos Lula, na época.

A variante indiana, chamada de B.1.617, foi considerada caso de ”preocupação” pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e possui três sub-linhagens: B.1.617.1; B.1.617.2 e B.1.617.3.

A segunda delas, que foi detectada no Maranhão, é a que tem se mostrado mais transmissível para as autoridades de saúde.

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