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Revista Playboy não terá mais nudismo

Ascendência da internet prejudicou as vendas

diario da manha

A revista Playboy, Estados Unidos, anunciou o fim das fotos de mulheres nuas. Segundo informações passadas ao jornal The New York Times, as edições já não são comercializadas como antes, em 1970 alcançava-se 5,6 milhões de cópias vendidas, mas atualmente caiu para 800 mil. A internet é apontada como o fator problema.

Desde a ascensão da web, com pornografia gratuita, as revistas mais famosas contendo fotos de caráter nudístico vem perdendo espaço no mercado. De acordo aos empresários da Playboy, já não faz mais sentido, pois perdeu-se o valor de choque, relevância cultural e comercial.

A revista não encerrará os seus trabalhos, fotos provocantes ainda serão produzidas, mas o nu completo será extinguido.

A revista americana está levando em conta o seu mercado nos Estados Unidos. A Playboy brasileira não posicionou-se claramente sobre a sua decisão, visto que a empresa não impõe limites aos parceiros pelo mundo.

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Rachel Mortenson para a Playboy Estados Unidos. Edição – Fevereiro de 2015. (Foto/Reprodução)

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