Cotidiano

Trump avalia fazer discurso na Casa Branca para oficializar candidatura

"Estamos pensando em fazê-lo na Casa Branca porque não precisaria de deslocamentos. É fácil. E acho que é um ambiente bonito", justificou Trump

diario da manha
Foto: AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (5) ao canal de notícias Fox News que avalia realizar na Casa Branca o discurso de aceitação da candidatura republicana. “Estamos pensando nisso. Seria o mais fácil do ponto de vista da segurança”, argumentou à emissora de TV a cabo. As eleições estão previstas para ocorrer no dia 3 de novembro. As informações são da agência AFP e foram publicadas pela revista IstoÉ.

De acordo com a reportagem, caso a atitude de Trump se confirme uma longa tradição será rompida. Isso porque o discurso de candidatura de 27 de agosto, ocasião formal considerada de maior importância para um candidato à Presidência, é promovida em um ato nacional republicano realizado na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte.

Segundo a matéria, nos Estados Unidos é costume que os presidentes que visam a reeleição separem atos de campanha de atividades oficiais que são financiadas por contribuintes. Conforme a reportagem, é, ao menos, questionável utilizar a residência oficial do presidente como plano de fundo do discurso da reeleição.

Logística e custos

Casa Branca. Foto: Reprodução

Conforme a publicação, Donald Trump também apontou à Fox News que dentre as suas preocupações estão questões sobre logística e custos, por isso o discurso seria realizado na Casa Branca.

“É uma operação muito grande”, enfatizou. “Estamos pensando em fazê-lo na Casa Branca porque não precisaria de deslocamentos. É fácil. E acho que é um ambiente bonito”, justificou. “É de longe o menos custoso para o país”, complementou.

Apesar disso, o presidente dos Estados Unidos declarou que está disposto a fazer o discurso em outro local, se houver alguma barreira.”Se alguém tiver problemas com isso eu poderia ir para outro lado”, ressaltou.

Segundo o site, a pandemia do novo coronavírus ocasionou mais de 156 mil mortes no país. A Covid-19 provocou mudanças na campanha eleitoral, já que impossibilitou grandes comícios e passeatas.

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