Cotidiano

Jovem morre ao cair de corda a 50 metros de altura enquanto praticava slackline, no DF

Jonas Pereira da Silva, de 21 anos sofreu traumatismo craniano grave, diversas fraturas, e acabou morrendo. Ele praticava o esporte havia cinco anos

diario da manha

O jovem Jonas Pereira da Silva, de 21 anos morreu no último sábado (28/11) após cair de uma altura de 50 metros, ao praticar slackline no Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, em Sobradinho. Ele praticava o esporte havia cinco anos.

Jonas perdeu o equilíbrio, caiu e a equipe do CBMDF foi acionada imediatamente. As informações preliminares apontam que ele estava com a cadeirinha, mas pode ter esquecido de amarrá-la na corda que fica presa à fita.

Linha que o praticante usava estava de um ponto a outro do despenhadeiro no Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, em Sobradinho

Inicialmente, os bombeiros estimavam que a queda havia ocorrido de uma altura de 15 metros, porém, confirmaram 50m posteriormente. A equipe precisou usar técnicas de rapel para resgatar o corpo da vítima. Com a queda, o jovem sofreu traumatismo craniano grave e diversas fraturas.

O corpo de Jonas foi velado e sepultado na manhã desta segunda-feira (30/11), no Cemitério Campo da Esperança, em Planaltina.

“morreu fazendo o que amava”, disse a família do jovem

A família lamenta a morte do praticante de slackline e diz que Jonas era muito querido por todos. A avó, Jesua Quaresma Maranhão, 64, não segurou as lágrimas. “Era um menino muito bom”, lamentou a morte do neto.

Ela diz família temia quando Jonas saía para praticar a modalidade. “Mas a gente sabia que ele adorava isso (o esporte). Eu tenho certeza de que ele morreu fazendo o que amava”, ressaltou.

A namorada do jovem, Alice Christina, 21 conta que o conheceu em fevereiro deste ano, no mesmo lugar em que Jonas morreu, no último sábado. O casal morava junto e mantinham uma loja on-line, na qual vendiam joias em macramê, produzidas por eles. Agora Alice diz que pretende dar continuidade ao trabalho. “Vou continuar o que começamos juntos”, contou.

“Jonas era leveza pura. Não existia um momento em que ele reclamava da vida. Ele sabia amar a natureza como ninguém mais”, contou. “Estávamos juntos há alguns meses, mas a sensação era de uma vida inteira”, completou.

Patrícia Maranhão Silva, tia de jonas diz que jovem vai fazer muita falta. “Uma pessoa maravilhosa, querida. Ele amava a natureza, era um defensor dos animais. Vai fazer muita falta”, afirmou.

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