Cotidiano

Problemas de acessibilidade dificultam votos de cadeirantes em Goiânia

Cadeirantes precisaram ser carregados para conseguirem votar na capital

diario da manha
Foto: Reprodução/Instagram

Neste domingo (15), cadeirantes de Goiânia encontraram dificuldades para exercer o direito ao voto devido à falta de acessibilidade. Entre eles estão os eleitores Elivânia e Hebert Batista Alves que precisaram ser carregados até suas respectivas seções eleitorais.

Em entrevista coletiva na tarde de hoje, o diretor-geral do Tribunal Eleitoral de Goiás (TER-GO), William Gamboge, afirmou que casos são ‘atípicos’ nestas eleições. “Não houve número significativo de reclamações relacionadas a acessibilidade”, disse.

O entanto, a cadeirante Elivânia precisou ser carregada para conseguir votar na Escola Municipal Prof. Deushaydes R. de Oliveira, localizada no Residencial Celina Park, no sudoeste de Goiânia, por conta da falta de recursos para que pudesse subir ao segundo andar onde fica sua seção.

“Sozinha não daria conta de subir”, declarou a eleitora em uma entrevista à Sagres. Ela precisou ser carregada por três lances de escada para que pudesse votar.

Já no Setor Bueno, outra ocorrência semelhante foi vivenciada pelo advogado Hebert Batista Alves. O eleitor que também é cadeirante precisou receber ajuda para registrar seu voto em um colégio do Setor Bueno, na região sul da capital.

Hebert relatou que o elevador acessível da instituição estava desligado. “Voltei ao Colégio e, com a ajuda da minha esposa, meu filho, um vizinho e da polícia militar, pude exercer o meu direito de voto”, publicou em sua rede social.

Elivânia sendo carregada para conseguir votar – Foto: Reprodução/Sagres Online
Hebert precisou de ajuda para descer as escadas devido aos elevadores estarem desligados— Foto: Reprodução/Instagram

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