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'Superlua' vira protagonista no céu de Brasília

O fenômeno visível em Brasília também é chamado de "Lua de Minhoca", de acordo com a Nasa

diario da manha
Primeira superlua de 2021, no DF Foto/Reprodução Leo Caldas/Arquivo pessoal

A primeira “Superlua” de 2021 brilhou no céu do Distrito Federal na noite deste domingo (28). Segundo a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), a lua ficou cheia às 15h48 e permanecerá até a noite do próximo sábado (3).

Na manhã desta segunda-feira (29) ainda era possível vê-la no céu da capital.

As superluas são um dos eventos que mais chamam a atenção dos apaixonados pelo céu. O fenômeno ocorre quando o satélite natural da Terra está em seu perigeu – ponto de órbita mais perto da Terra, que coincide com a fase da lua cheia.

Superlua registrada na manhã desta segunda-feira (29), no DF
Foto/Reprodução – TV Globo

Em 26 de fevereiro, a lua cheia que pairava sobre o céu de Brasília chegou ao imaginário do público, compartilhando suas hipóteses e perguntas sobre o que viu surgir aqui ao longo do tempo.

Cheia de curiosidade, a protagonista dessa história desce do firmamento para investigar, ouvir e, por fim, contar a própria versão do desenvolvimento da cidade, que surge em “um quadradinho de chão no coração do Brasil”.

A lua vira um audiolivro em 3D, A lua curiosa e o Planalto Central, primeiro projeto infantil da jornalista e escritora Marina Oliveira, que combina narração, ilustração e diversidade musical; e que, apesar de dedicado ao público infanto-juvenil, promove o encontro de diferentes gerações com elementos brasilienses, candangos e cerratenses.

A obra será disponibilizada nas plataformas Tocalivros e Ubooks; e o EP da trilha sonora original, nas plataformas de música.

Superlua registrada próxima à Catedral Metropolitana do DF
Foto/Reprodução – TV Globo

Durante a lua cheia grupos se reúnem para a meditação, que é organizada pelo grupo Arte de Viver. A entrada é gratuita. Para participar é só chegar, sozinho ou acompanhado. Tem muita gente que leva as crianças para participar também.

Para a meditação não é necessário ter experiência prévia, a meditação é guiada.
Foto/Reprodução – Descobertas Bárbaras

Eles se reúnem naquele gramado principal do Centro Cultural Banco Brasil, que fica no Setor de Clubes Sul trecho 2. É bom chegar cedo já que costuma lotar.

De acordo com a Nasa, o fenômeno visível em Brasília também é chamado de “Lua de Minhoca” – nome da última Lua cheia no mês de março. Historicamente, os povos antigos mais ao Sul dos Estados Unidos chamavam essa época desta forma, já que as minhocas surgem quando o gelo derrete.

Superlua registrada no DF
Foto/Reprodução – TV Globo

Sobre a Lua:

  • A órbita da Lua ao redor da Terra tem forma elíptica – uma forma oval que aproxima e distancia o satélite do nosso planeta;
  • O ponto mais distante dessa elipse é chamado apogeu. É quando acontece a Microlua;
  • O ponto mais próximo é o perigeu;
  • Quando a Lua está cheia e em seu perigeu (Superlua), ela pode parecer até 14% maior e 30% mais brilhante ao ser vista da Terra do que no momento do apogeu, segundo a Nasa.

Não é preciso equipamentos especiais para observar o fenômeno, mas, para os brasilienses, é preciso torcer para a chuva não estragar a festa. É possível, também, acompanhar o fenômeno pela internet.

Além do céu, as construções de Brasília favorecem os amantes de lua cheia. O planalto permite que o horizonte seja visto em grande parte da cidade. A altura dos prédios é limitada pelos órgãos competentes e isso oferece uma visão ampla da capital.

Superlua em Águas Claras, no DF
Foto/Reprodução – Adriano Zanon

As fases da Lua referem-se a variação da posição em relação à Terra e ao Sol. O ciclo completo, denominado lunação, para o satélite dar um giro completo na Terra leva pouco mais de 29 dias. Assim, durante o mês, tem-se, a cada sete a oito dias, diferentes fases da Lua.

A previsão da próxima superlua será em 8 de abril. Para saber mais informações sobre os horários da lua em cada lugar, consulte o site Time and Date.

Entenda os fenômenos da Superlua e Microlua
Foto/Reprodução – Juliane Souza/G1

*Com informações do G1, Descobertas Bárbaras e Correio Braziliense

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