Cotidiano

Mulher é presa suspeita de esfaquear e assistir namorada morrer

Após esfaquear a namorada, principal suspeita do crime, manteve a vítima em cárcere privado e após três dias de dar a facada chamou um motorista de aplicativo para levar a vítima para o hospital

diario da manha

Uma mulher foi presa em Aragarças por policiais da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) na quarta-feira, 4, suspeita de esfaquear e assistir a namorada morrer após uma discussão.

De acordo com as informações divulgadas pela polícia, a briga entre as duas foi registrada no feriado de natal do ano passado. A polícia informou que a discussão entre ocorreu na casa onde elas moravam, em Goiânia, e que as duas tinham uma relação bastante conturbada.

No dia do crime segundo as investigações da polícia, a suspeita após ingerir bebidas alcoólicas, começou uma discussão com a vítima, e durante o desentendimento esfaqueou a vítima na região do abdômen.

Durante as investigações a polícia constatou que após esfaquear a namorada, a suposta autora do crime, não levou a vítima para o hospital e apenas depois de três dias chamou um motorista de aplicativo para levar a companheira ao hospital. Porém já era tarde, e a vítima morreu um dia após dar entrada na unidade de saúde.

Suspeita mentiu e disse que namorada foi esfaqueada por uma terceira pessoa durante uma caminhada

A suspeita disse para a polícia em um primeiro momento que a namorada foi esfaqueada por uma terceira pessoa, enquanto elas faziam uma caminhada no Setor Bueno. No entanto, durante as investigações, a equipe policial identificou que a companheira foi a responsável por esfaquear a namorada, e que o crime teria sido motivado por ciúmes.

Após o levantamento de provas contra a suspeita, a polícia pediu a prisão temporária da suspeita, que foi aceito pela Justiça. O mandado de prisão em desfavor da mulher foi cumprido em Aragarças, e na oportunidade ela confessou o crime e afirmou estar arrependida.

O inquérito policial referente ao caso deve ser concluído nos próximos dias e vai ser enviado ao Poder Judiciário.

Leia também:

Comentários