Cotidiano

Mulher é assassinada por engano após briga na porta de prostíbulo em Anápolis

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diario da manha

Uma confusão generalizada terminou com o assassinato de uma mulher dentro de um conhecido prostibulo de Anápolis. A princípio, a suspeita é que ela tenha sido morta por engano, uma vez que estaria dormindo, no momento da confusão.

Câmeras de segurança de um comércio que fica nas proximidades do prostíbulo, no Bairro Calixtolândia, registraram o momento em que dois jovens e duas travestis discutiram, e depois trocaram murros, socos e pescoções. Pouco tempo após o final da confusão, uma câmera instalada dentro do prostíbulo mostra quando um homem armado chega ao local, e agarra uma funcionária pelo pescoço.

As imagens não mostram, mas pelo que contou a refém, o homem que estava armado a obrigou a levá-lo até um dos quartos, onde disparou várias vezes, matando, na hora, Joana Silva Souza, 23, que estava dormindo. Pelo que já apurou a polícia, o atirador é irmão de um dos jovens que durante a briga na porta do prostíbulo foi ferido com uma facada, desferida por uma das travestis.

Como a mulher que foi assassinada não aparece nas filmagens, a suspeita é que ela tenha sido morta por engano. Bastante nítida, a imagem deve ajudar a polícia a identificar o atirador.

Homicídio em Rio Verde
Uma discussão banal, pelo que apurou a polícia, terminou em assassinato no início da tarde de ontem em Rio Verde, cidade que fica na região sudoeste do estado. Jaime Felix das Neves Filho, 26, foi morto a tiros na porta de um bar na Vila Borges.

Uma testemunha que passava pelo local filmou o momento em que dois homens, um deles armado com um facão, e outro com um revólver, passaram a se agredir. Jaime Félix foi ferido com golpes de facão, e depois também acabou sendo baleado com a própria arma.

O autor dos disparos, que também foi ferido, fugiu em um carro, mas acabou preso pela Polícia Militar no momento em que buscou atendimento médico em um hospital da cidade. Nome e idade dele não foram divulgados. A PM apreendeu a arma e o facão usados na confusão.

Rota 190

Polícia procura ladrão da moto amarela
Um criminoso que age sempre no início da manhã está tirando a paz de moradores de alguns bairros de Aparecida de Goiânia. Ontem, o bandido, que aparentemente leva na cintura uma pistola, roubou o celular de uma mulher que caminhava com uma amiga no Setor Rosa dos Ventos. A Polícia Militar já tem em mãos imagens do criminoso, que usa sempre uma moto modelo Twister para praticar os roubos, e acredita que em breve irá capturá-lo. É importante, porém, que todas as vítimas deste motociclista ladrão procurem a delegacia mais próxima, e registrem a ocorrência, já que, se não houver nenhum boletim registrado, o criminoso, ainda que seja identificado e localizado pela PM, não ficará preso.

Traficante oferecia drogas em redes sociais
Era através de grupos de whatsapp, segundo denúncias, que um traficante comercializava ecstasy e haxixe em Goiânia. Na tarde de ontem, ele acabou preso por militares do Batalhão de Choque. Dentro da casa dele, no Setor Concórdia, os PMs apreenderam 27 comprimidos de ecstasy, e 14 porções de haxixe, droga que tem alto valor comercial, e poder alucinógeno. Encaminhado para a Central Geral de Flagrantes (CGF) de Goiânia, o homem, que não teve o nome, nem a idade divulgados pela corporação, foi autuado em flagrante por tráfico, delito que tem pena de reclusão que pode variar de cinco, até 15 anos.

Preso mandou matar fazendeiro em Piracanjuba
Um criminoso que já estava preso foi quem, segundo a Polícia Civil, encomendou o assassinato de um chacareiro de 72 anos, na zona rural de Piracanjuba. O crime foi praticado em 16 de janeiro, mas os quatro autores, que têm 18, 20, 29, e 44 anos, foram presos somente agora. Eles confessaram com frieza que mataram a vítima, surpreendida no momento em que se preparava para dormir, com pauladas e facadas no pescoço. A arma roubada na chácara, que tinha sido encomendada pelo condenado que já estava preso em Piracanjuba, foi vendida para uma facção criminosa em Goiânia, por R$ 8 mil. Os quatro presos, e o condenado que já estava encarcerado, foram indiciados por latrocínio (roubo seguido de morte).

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