Cotidiano

A adoção como prova de amor e sensibilidade

Redação DM

Publicado em 23 de dezembro de 2021 às 19:37 | Atualizado há 1 ano


Mariele e família. (Foto: Arquivo pessoal)

Mariele e Gleidson colaboram com as festividades de fim de ano no grupo “Geralmente as crianças escrevem cartinhas e buscamos padrinhos para doar o que vem na cartinha. Fazemos também a festinha com bolo, refrigerante, doces. Porém, devido a pandemia não está podendo fazer visitas, então, esse ano arrecadamos roupas, calçados e brinquedos para serem enviados aos abrigos. O abrigo de adolescentes enviou as cartinhas, e conseguimos os presentes para esse ano”, afirma Mariele.

O casal também fala sobre o sentimento de fazer parte de algo que promove o bem e constrói novas histórias.

“Sentimento de gratidão, por poder colaborar com um pouquinho para ajudar tantas crianças e adolescentes que muitas vezes não tem expectativa de retornar para suas famílias biológicas ou até mesmo de serem adotadas”, diz o casal.

Barriga de aluguel

A influenciadora digital Lu Salatiel tentou adotar um filho, porém ao ficar na fila de espera por seis anos, ela e o marido optaram por recorrer à barriga de aluguel.

Lu conta que teve câncer quatro vezes, e acabou recorrendo ao processo de fetrilização in vitro, no qual o material genético dela e de seu marido geraram o embrião na barriga de uma amiga. Hoje, a criança tem três anos de muita saúde e disposição.

Mas não a história da influenciadora não termina por aí, pois nesse tratamento sobrou um embrião que ficou preservado, o que permitiu que o casal tivesse o segundo filho.



Lu Salatiel, marido e o filho. (Foto: Arquivo pessoal)

“Nós fizemos o tratamento novamente e implantamos em outra amiga, e estamos grávidos de novo porque deu certo, então nosso segundo filho vai nascer em abril ou maio”, conta.

O gesto de adotar ou recorrer à barriga de aluguel é a opção para pessoas que desejam ter filhos e não conseguem de forma natural, ou porque possuem uma outra perspectiva de mundo e optam por constituir uma família, mesmo o filho não sendo de sangue. Casais homoafetivos também buscam estes meios para realizar o sonho de ter um filho.

Uma família não necessita ser composta por elos de sangue, mas sim de amor, e com a chegada das datas comemorativas, é mais do que necessário que haja conscientização em prol do acolhimento e de procedimentos que permitam que crianças e casais tenham a oportunidade de realizar um sonho.





A aproximação das festas de fim de ano são marcadas pelos encontros de famílias, parentes e amigos. Porém, em vista de que nem todos podem comemorar esta data por não ter uma família, os trabalhos de incentivo a adoção têm levado casais ou pessoas solteiras a praticar o gesto, com a finalidade de constituir uma família, algo que é benéfico tanto para quem acolhe, quanto para quem é acolhido.

Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), a última atualização feita no no dia 15 de dezembro, 27 crianças haviam sido adotadas em um mês, porém, como existe uma alta rotatividade, o número pode ter sido alterado durante o recesso de fim de ano. A média de adoção é de 30 crianças acolhidas mensalmente.

Histórias que inspiram

Quando o casal Mariele Silva e Gleidson Santos adotaram o filho, passaram a colaborar com o Conviver, do Grupo de apoio à adoção de Goiânia, ajudando a instituição com as mais diferentes necessidades.

“Durante todo o ano ajudamos com as mais diversas necessidades dos abrigos, seja com alimentos, produtos de higiene e limpeza, roupas e calçados e também atendimento psicológico para as crianças e adolescentes que estão em estágio de convivência com alguma família substituta/adotiva”, disse o casal.



Mariele e família. (Foto: Arquivo pessoal)

Mariele e Gleidson colaboram com as festividades de fim de ano no grupo “Geralmente as crianças escrevem cartinhas e buscamos padrinhos para doar o que vem na cartinha. Fazemos também a festinha com bolo, refrigerante, doces. Porém, devido a pandemia não está podendo fazer visitas, então, esse ano arrecadamos roupas, calçados e brinquedos para serem enviados aos abrigos. O abrigo de adolescentes enviou as cartinhas, e conseguimos os presentes para esse ano”, afirma Mariele.

O casal também fala sobre o sentimento de fazer parte de algo que promove o bem e constrói novas histórias.

“Sentimento de gratidão, por poder colaborar com um pouquinho para ajudar tantas crianças e adolescentes que muitas vezes não tem expectativa de retornar para suas famílias biológicas ou até mesmo de serem adotadas”, diz o casal.

Barriga de aluguel

A influenciadora digital Lu Salatiel tentou adotar um filho, porém ao ficar na fila de espera por seis anos, ela e o marido optaram por recorrer à barriga de aluguel.

Lu conta que teve câncer quatro vezes, e acabou recorrendo ao processo de fetrilização in vitro, no qual o material genético dela e de seu marido geraram o embrião na barriga de uma amiga. Hoje, a criança tem três anos de muita saúde e disposição.

Mas não a história da influenciadora não termina por aí, pois nesse tratamento sobrou um embrião que ficou preservado, o que permitiu que o casal tivesse o segundo filho.



Lu Salatiel, marido e o filho. (Foto: Arquivo pessoal)

“Nós fizemos o tratamento novamente e implantamos em outra amiga, e estamos grávidos de novo porque deu certo, então nosso segundo filho vai nascer em abril ou maio”, conta.

O gesto de adotar ou recorrer à barriga de aluguel é a opção para pessoas que desejam ter filhos e não conseguem de forma natural, ou porque possuem uma outra perspectiva de mundo e optam por constituir uma família, mesmo o filho não sendo de sangue. Casais homoafetivos também buscam estes meios para realizar o sonho de ter um filho.

Uma família não necessita ser composta por elos de sangue, mas sim de amor, e com a chegada das datas comemorativas, é mais do que necessário que haja conscientização em prol do acolhimento e de procedimentos que permitam que crianças e casais tenham a oportunidade de realizar um sonho.




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