Cotidiano

A candidata Dra. Cristina e toda sua equipe recebem atônitos a sentença exarada pelo Juízo da 133ª Zona Eleitoral

Redação DM

Publicado em 5 de outubro de 2020 às 10:06 | Atualizado há 6 anos


Da Assessoria

Sua advogada, Nara Bueno, informa que irá recorrer da sentença exarada na Ação de Impugnação mencionada, sob os argumentos processuais de violação aos princípios constitucionais do contraditório e defesa ampla, bem como da cooperação processual e do devido processo legal, uma vez que houve cerceamento da defesa e desrespeito ao Ministério Público Eleitoral (MPE), diante da negativa do magistrado de ouvir as testemunhas arroladas pela candidata e da ausência de manifestação do MPE acerca o mérito do processo.

Além disso, o Juízo Eleitoral não permitiu a manifestação processual da Dra. Cristina em relação aos documentos juntados pela Coligação “Pra Goiânia seguir em frente” e pelo PL.

A advogada eleitoralista afirma que a sentença ignorou a prova cabal apresentada nos autos e admitiu como válido o conteúdo formal de uma ata que não reflete o que de fato aconteceu: a deliberação soberana da escolha da Dra. Cristina, como candidata à Prefeita, pela Convenção Partidária (gravada em áudio e em vídeo).

Aceitar que o envio formal à Justiça Eleitoral da ata discutida, suplante e apague os fatos reais ocorridos, consiste em um contrassenso jurídico que em nenhum momento é afiançado pela legislação eleitoral e pelo regramento interno do Partido Liberal.

Aliás, essas práticas espúrias e obsoletas de certos órgão partidários historicamente mancham e estigmatizam todo o processo eleitoral, fazendo com que as eleitoras e os eleitores goianienses percam a fé na higidez das eleições e, consequentemente, na própria Democracia.

A sentença que retira a Dra. Cristina da disputa democrática só será comemorada pelos abutres que praticam a velha política. Dra. Cristina e sua equipe continuarão a lutar com todas suas forças diante dessa injustiça, no intuito de combater as práticas eleitorais indecorosas e fraudulentas feitas por alguns líderes e partidos políticos. A candidata espera e acredita que a Justiça será feita pelos membros do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).




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