Defesa ao padre Luiz repercute nas redes
Redação DM
Publicado em 17 de julho de 2015 às 02:42 | Atualizado há 1 anoA reportagem veiculada na edição de ontem sobre as manifestações dos fiéis em apoio ao padre Luiz Augusto repercutiu nas redes sociais com variadas intervenções. Pessoas que frequentam a Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus e outras que acompanham a obras social desenvolvida pelo pároco deram seus testemunhos de apoio e mesmo de contrariedade com o “Manifesto da Fé”.
A coleta de assinaturas em meio físico e virtual já ultrapassou as 3.000 participações, segundo os organizadores do movimento. Lúcia Oliveira acessou a reportagem no site do DM e deixou sua manifestação dizendo o seguinte: “Eu também sou padre Luiz. Acredito e faço parte de suas obras”, apoiando o sacerdote.
O empresário Bonifácio Américo Melo, que participa da Pastoral Carcerária que o padre desenvolve, deu um depoimento em que declara confiança na ação desenvolvida pelo sacerdote. “O padre Luiz Augusto é um homem de Deus e sua orientação espiritual reafirma nossa fé na bondade e no amor. Sou voluntário no trabalho que ele desenvolve na Pastoral Carcerária porque acredito nele e na sua mensagem de fé e amor para com o próximo. Sem um pastor como o padre Luiz Augusto e tudo o que ele representa para uma infinidade de fiéis que o acompanham nós ficamos sem norte e sem orientação. Com sua orientação, nossa fé se fortalece e nosso trabalho social ganha vulto. O que ele está sofrendo é uma provação que será superada, porque cremos que Deus irá protegê-lo de toda maldade”.
Carolina Veloso, que participa das obras sociais lideradas pelo padre, também endossou as manifestações de apoio. “Estamos defendendo o padre Luiz Augusto por ser de fato um instrumento a serviço de Deus. As obras sociais nos fazem lutar em sua defesa. Em suas missas, quantas vezes ele nos fez chorar ao falar dos excluídos, pedindo por eles nossa ajuda. Eu também sou uma defensora do padre Luiz Augusto”.

ARTIFÍCIOS DA LEI
Ricardo Cruvinel lembrou a divulgação de salários de mais de R$ 150 mil de promotores e magistrados em Goiás, inflados através de artifícios previstos em lei. Um desses artifícios é o auxílio moradia, pago até mesmo para quem tem residência na cidade onde mora.
Luiz Carlos Costa comentou que ele e sua família acompanham a pregação do padre Luiz Augusto e consideram uma injustiça a perseguição desencadeada sobre ele. “Eu e toda minha família estamos também ao lado do anjo bom que é o padre Luiz Augusto. Eu fico indignado com a perseguição contra o nosso querido padre, que é tão perseguido por fazer o bem”.