Cotidiano

Desarticulado grupo suspeito de tráfico interestadual de droga em GO e MS

Redação DM

Publicado em 13 de junho de 2017 às 17:50 | Atualizado há 9 anos

Foto:Divulgação/Polícia Civil

Após seis meses de investigação, a Polícia Civil em conjunto com a Polícia Militar deflagrou nesta terça-feira, 13, a Operação Plenus para desarticular uma quadrilha suspeita de tráfico interestadual de drogas em Goiás e no Mato Grosso do Sul. Segundo a corporação, o grupo é suspeito de comprar grandes quantidades de maconha por meio de consórcio entre traficantes.

Até o final desta manhã, a ação cumpriu 11 mandados de prisão em Goiânia, Cezarina, Indiara, um em Campo Grande e outro em Ponta Porã (MS). Além disso, mais de duas toneladas do entorpecente foram apreendidas. Também foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão domiciliar e dois de condução coercitiva.

Conforme a Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), a organização criminosa adquiria a droga para revender em Goiânia e em algumas cidades do interior. Os membros da quadrilha são desde fornecedores do entorpecente até os responsáveis pelo transporte e estoque do material.

As investigações apontam que o objetivo do consórcio entre os traficantes era juntar dinheiro para adquirir a maconha em uma quantidade maior com o preço de atacado. Foi constatado que o grupo era dividido em dois núcleos e havia divisões de trabalhos bem definidas.

O líder da quadrilha atuava em Goiás, reunia os recursos e negociava com um fornecedor no Mato Grosso do Sul. A partir daí, a droga era trazida para Goiânia através de transporte terrestre.

Apreensões

Durante as investigações, o Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) fez duas apreensões da droga em Goiânia e em Jataí. Na primeira ocasião, foram apreendidos 800 kg de maconha em abril deste ano, no Jardim Guanabara, na capital. Já em Jataí, a apreensão de mais de uma tonelada da droga ocorreu em maio.

Os envolvidos no caso devem ser indiciados por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. Caso sejam condenados, pode pegar até 18 anos de prisão, podendo ter as penas agravadas em razão de os crimes serem praticados em dois Estados.


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