Hora de curar a dor que ficou
Redação DM
Publicado em 8 de novembro de 2021 às 12:46 | Atualizado há 5 anos
Após o enterro e velório da cantora Marília Mendonça, pilotos e produtores, a certeza que ficou: a dor inexorável da morte é física. Cada envolvido diretamente ou indiretamente com a cantora tenta ainda encontrar forças. Uma das “patroas”, a cantora Maraísa, está ainda arrasada: “Tudo no meu corpo dói. Só sei conversar chorando e você muito bem sabe o quanto eu sou ruim pra essas coisas”, disse nas redes. Em Goiânia, ela não conseguia se manifestar, tamanho o choque.
O governador Ronaldo Caiado, que é bastante próximo da comunidade sertaneja, disse que esperava contar com Marília para o período pós-pandemia, já que o brilho natural da cantora mudava o comportamento das pessoas.
O governador participou do velório da cantora e ficou a maior parte do tempo diante dos familiares. “Caiado, essa aí amava Goiás como o senhor! Vai deixar saudades!”, disse um dos presentes, lembrando o orgulho de ser goiana que Marília sempre externava.
“É um momento muito difícil aqui, ver as pessoas sofrendo. São pessoas humildes, que vieram de longe. Milhares de pessoas levando um mensagem de fé, gratidão a essa jovem que nos deixa. Não tenho palavras para explicar. É uma verdadeira comoção. Pensamos que isso é um pesadelo. E que tudo iria passar. Meu pesar profundo”.