Cotidiano

Indústria goiana aposta em crescimento

Redação DM

Publicado em 29 de dezembro de 2016 às 01:29 | Atualizado há 10 anos

De acordo com a presidente da empresa, Luna Pimentel, a Odorata tem ganhado cada vez mais espaço junto às consumidoras brasileiras, o que justifica esse processo de crescimento. Segundo ela, esse caminho é marcado pela identificação da mulher brasileira com a essência da marca que se apresenta especialmente para as mulheres que enxergam que a beleza está mais associada a atributos como bem estar, autoestima, naturalidade e saúde. “Queremos e acreditamos que a beleza deve ser vivenciada pela mulher para si própria, de dentro para fora. Por isso, a Odorata busca ser acessível, fazer parte do dia a dia das nossas clientes, pois acreditamos na construção de relacionamentos verdadeiros”, enfatiza.

Empresa legitimamente goiana, a Odorata atua em quase todo o País com produção própria e comercialização de seus cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal por meio do varejo direto, revendidos sob uma elaborada rede de 25 mil consultoras ativas espalhadas pelo território nacional. São cerca de 30 linhas de produtos, para os públicos feminino, masculino, infantil e gestantes, em uma média de 600 tipos disponibilizados em cada catálogo, além dos produtos sazonais, que entram em circulação de acordo com datas especiais, como o Dia das Mães, o Natal ou a chegada da Primavera.

A produção fica concentrada na sede da empresa, localizada no Polo Empresarial de Goiás, na cidade de Aparecida de Goiânia, equipada com produtos de alta tecnologia para a fabricação de produtos. A unidade é responsável pela fabricação média de 20 mil produtos por dia, envolvendo além das consultoras mais de 200 trabalhadores diretos e indiretos.

Mercado

Existem no Brasil 2.599 empresas atuando no mercado de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, sendo 183 na região Centro-Oeste, das quais 147 em Goiás. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) apontam que o segmento no País apresentou um crescimento médio deflacionado composto próximo a 11,4% ao ano, nos últimos 20 anos, tendo passado de um faturamento “Ex-Factory”, líquido de imposto sobre vendas, de R$ 4,9 bilhões em 1996 para R$ 42,6 bilhões em 2015.

Entre os fatores que contribuíram para o crescimento destacam-se o acesso das classes D e E aos produtos do setor, devido ao aumento de renda; os novos integrantes da classe C que passaram a consumir produtos com maior valor agregado; a participação crescente da mulher brasileira no mercado de trabalho; a utilização de tecnologia de ponta e o consequente aumento da produtividade; e o lançamento constante de produtos atendendo cada vez mais às necessidades do mercado. Em relação ao mercado mundial de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, conforme dados do Euromonitor de 2015, o Brasil ocupa a quarta posição, com 7,1% do consumo mundial, atrás de Estados Unidos (1º lugar), China e Japão.

 

 

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